Até o próximo post!
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Sinopse: "Emma Saylor perdeu a mãe ainda criança. Quando seu pai decide se casar de novo e seus planos para o verão dão errado, sua única alternativa é passar a estação na casa de sua distante família materna. Assim, Emma parte em uma jornada de autoconhecimento para entender suas origens, encontrar respostas de dúvidas que nem sabia ter e descobrir o valor de fazer parte de duas famílias.
Ao confrontar uma nova realidade e ouvir os segredos sempre sussurrados sobre a mãe, Emma vai contar com a ajuda de seu antigo amigo de infância, Roo, que, além de ser a pessoa com a chave para desvendar os segredos do passado de Emma, faz o coração da garota palpitar. Estas, com certeza, serão férias que Emma Saylor lembrará para sempre."
Eu sou uma grande fã dos livros da Sarah Dessen e quando vi que iriam lançar mais um livro dela por aqui, corri e adquiri o meu. Estava com as expectativas lá em cima, porque o último livro que eu li dela foi "Só Escute" e eu amei, então esperava a mesma coisa com "O Resto da História", porém faltou alguma coisa.
"O Resto da História" vai contar a história da Emma Saylor, uma garota que perdeu a mãe quando era criança e vive com o pai e a avó paterna. Quando seu pai se casa ela precisa passar o verão com a família da mãe, que ela não tem contato e lá em começa a descobrir um pouco da história da sua mãe e sua própria história.
Comecei a ler o livro e em 24 horas eu já tinha lido mais de 100 páginas, estava amando a história, mas de repente a história entrou em um marasmo, nada acontecia, e a própria protagonista foi apenas deixando que tudo a levasse, sem participar muito. São só nos momentos finais que as coisas acontecem realmente e Saylor toma as rédeas de sua própria vida.
O livro tem toda aquela vibe verão gostoso, mas com uma seriedade, fala sobre saber quem você é, sobre sua história, sobre família e amigos. Me deliciei com a maneira como a Sarah Dessen escreve e fiquei emocionada com as relações familiares que ela criou nesse livro, porém senti falta de um romance mais bem construído, foram poucos momentos envolvendo o casal e no final a solução para ficarem juntos foi apressada e sem muito aprofundamento.
Fui esperando um livro da Sarah Dessen como "Só Escute" e recebi algo semelhante "Uma Canção de Ninar" um bom livro, mas que não conseguiu me encantar.
Até o próximo post!
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Sinopse: "Stella Grant gosta de estar no controle. Ela parece ser uma adolescente típica, mas em sua rotina há listas de tarefas e inúmeros remédios que ela deve tomar para controlar a fibrose cística, uma doença crônica que impede que seus pulmões funcionem como deveriam. Suas prioridades são manter seus pais felizes e conseguir um transplante – e uma coisa não existe sem a outra. Mas para ganhar pulmões novos, Stella precisa seguir seu tratamento à risca e eliminar qualquer chance de infecção, o que significa que ela não pode ficar a menos que dois metros de distância – ou seis passos – de outros pacientes com a doença.
O primeiro item é fácil para ela, mas o segundo pode se provar mais difícil do que ela esperava. O único controle que Will Newman deseja é o de sua própria vida. Ele não dá a mínima para o novo tratamento experimental para o qual foi selecionado e não aguenta mais a pressão de sua mãe para que melhore.
Prestes a completar dezoito anos, ele mal pode esperar para finalmente se livrar das máquinas e hospitais, usando o pouco de vida que ainda lhe resta para conhecer o mundo. Stella e Will são muito diferentes.
Ao mesmo tempo, a doença que os une não é a única coisa que têm em comum. Eles têm que ficar a seis passos um do outro, mas, conforme a conexão entre os dois aumenta, a vontade de burlar a distância física parece insuportável. Um grande amor vale um passo roubado?"
Temos diversos livros sobre romance entre jovens doentes ou que apenas um dele está gravemente doente, que fazem tanto sucesso ao arrancar lágrimas de todos e que acabam ganhando adaptações para o cinema que fazem chorar tanto quanto livro. "A Cinco Passos de Você" é bem assim, casal de jovens com fibrose cística se conhecem e acabam se apaixonando, mas essa história tem algo a mais, a começar de que é um filme que virou livro e que esses dois não pode se tocar, nada de beijos, abraços, sexo ou qualquer contato físico, eles precisam ficar a 6 passos de distância.
Toda a questão da doença incurável já é muito triste, mas nesse livro temos uma doença que separa o casal principal constantemente, porque eles não podem se tocar, eles tem um romance que nunca pode passar de conversas e trocas de olhares. E como é lindo vê Stella e Will se apaixonando um pelo outro, se encantando pelo jeito de ser de cada um e aprendendo a viver um com o outro.
Temos aqui duas pessoas diferentes, Stella é carinhosa, controladora e certinha, que faz de tudo para sobreviver. Will é sarcástico, rebelde e desapegado, só quer viver pelo tempo que lhe resta. Aí está a diferença, apesar de sempre seguir a risca o tratamento Stella não vive a vida que conserva e Will com o desleixo do tratamento não sobreviverá para ver o mundo. Mas qual dos dois está certo? Você precisa ler o livro e entender.
Adorei a escrita da história e fiquei positivamente surpresa, afinal, é um roteiro adaptado para um livro, algo que não funciona, mas aqui funciona muito bem e temos uma história envolvente e encantadora. Devorei o livro em três dias.
"A Cinco Passos de Você" é uma linda história de amor, não apenas entre Will e Stella, mas de todos os personagens envolvidos na história que reaprendem a viver e amar as pessoas a sua volta, entendendo que cuidar é amar, deixar ir é amar, viver é amar, sobreviver é amar. Um livro muito lindo que mais uma vez me provou que os YA pode sim serem incríveis e ensinar muita coisa.
Até o próximo post!
Sinopse: "A vida de Belly é medida em férias de verão. Para ela, todas as coisas boas só acontecem entre os meses de junho e agosto, quando está na casa de praia junto a Susannah, única e melhor amiga de sua mãe e uma espécie de tia, e seus dois filhos, Jeremiah e Conrad. Mais do que irmãos postiços e companheiros de férias, os filhos de Susannah tornaram-se o centro das suas emoções. A véspera do aniversário de 16 anos de Belly marca também o fim daquele que parece ser o último verão onde estarão todos reunidos em Cousins Beach. A partir do ano seguinte todos estarão ocupados demais e talvez algum deles já nem esteja mais entre nós..."
Já tinha lido "Para todos os garotos que já amei" e fiquei bem interessada em conhecer essa outra trilogia da Jenny Han, principalmente, porque a história se passa no verão e isso me dava a impressão de que seria um livro bem leve e divertido. Porém não é bem assim.
O livro todo é narrado da perspectiva da Belly que é uma garota muito insegura com sua aparência e que sempre foi tratada como a irmã mais nova, mas ela quer mais, quer ser vista, ouvida e desejada. Além disso ela vive uma relação complicada com os dois filhos da melhor amiga da mãe dela, Jeremiah e Conrad, com quem ela sempre passa os verões juntos. Nesse verão tudo está diferente e não quer dizer que melhor.
Belly é muito jovem com apenas 15 anos, então ela é uma pessoa ainda muito insegura, indecisa e infantil, o que pra mim tornou a leitura um pouco penosa, afinal, não sou uma garota de 15 anos há um bom tempo, mas mesmo assim consegui me colocar no lugar dela e curtir um pouco da história.
Do outro lado temos Jeremiah e Conrad, personagens totalmente diferente um do outro, o primeiro é brincalhão e muito doce, enquanto o segundo é fechado, misterioso e muitas vezes grosseiro. Não deu pra saber muito deles, mas acredito que nos próximos livros eles sejam mais bem abordados.
O livro vai e volta no tempo, tem momentos em que estamos no presente, ou em verões passados. Mas tudo é sinalizado, para que não fiquemos perdidos na história. E cada detalhe do passado que é revelado nos faz entender melhor a história.
"O verão que mudou minha vida" é a introdução para a trilogia Verão e pra mim foi muito raso para que se tenha uma opinião formada sobre a história ou o que vai acontecer. Não foi uma leitura que me empolgou, mas não emocionou. Principalmente, porque tivemos uma virada no tempo totalmente sem direcionamento e que me deixou perdida. Mas vou continuar a trilogia.
Até o próximo post!
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Sinopse: "Um passado a ser esquecido. Um presente nada promissor. Um futuro a ser conquistado.
“O PARAÍSO À BEIRA-MAR.”
“O SEGREDO MAIS BEM GUARDADO DA NOVA INGLATERRA.”
A ilha de Seashell, onde passei minha vida inteira, é tudo isso e muito mais. No entanto, a única coisa que eu quero é ir embora daqui.
Gwen Castle nunca quis tanto dizer adeus à sua ilha natal quanto agora: o verão em que o Maior Erro da Sua Vida, Cassidy Somers, aceita um emprego lá como faz-tudo. Ele é um garoto rico da cidade grande, e ela é filha de uma faxineira que trabalha para os veranistas da ilha. Gwen tem medo de que esse também venha a ser o seu destino, mas, justamente quando parece que ela nunca vai conseguir escapar do que aconteceu – ou da ilha –, o passado explode no presente, redefinindo os limites de sua vida. Emoções correm soltas e histórias secretas se desenrolam, enquanto Gwen passa um lindo e agitado verão lutando para conciliar o que pensou que fosse verdade – sobre o lugar onde vive, as pessoas que ama, e até ela mesma – com o que de fato é."
"Pensei que fosse verdade" foi o segundo livro da Huntley Fitzpatrick que eu li, o primeiro foi "Minha vida mora ao lado" que eu amei demais e que foi o grande responsável por me fazer ler esse livro. Porém, "Pensei que fosse verdade" deixa muito a desejar comparado ao outro.
O livro vai contar a história de Gwen Castle, ela é filha de uma faxineira que trabalha para os veranistas da ilha, e não tem um fama muito boa, porque ela sai com muitos garotos. Mas só tem um garoto que mexe com ela de verdade Cassidy Somers, entretanto, aconteceu alguma coisa com os dois no passado que Gwen não consegue perdoar.
A história começa do nada, já nesse verão atual, não sabemos o que está acontecendo com Gwen e Castle, na verdade nem de onde ele saiu a autora explica. O começo do livro é meio confuso, e senti falta da autora fazer pelo menos uma introdução mais caprichada, não precisava contar o mistério de primeira, mas pelo menos falar que os dois se conheciam desde criança.
Além de toda essa confusão na hora do leitor se situar, o romance do casal principal demora acontecer, os dois são o típico casal que não conseguem ficar juntos, simplesmente porque não conversam e isso me incomodou bastante.
Apesar dos pesares a história é leve e bem a cara do verão, então consigo a ainda enxergar potencial no livro e posso afirmar que foi um bom livro. E os motivos que me fazem dizer isso, de longe são o casal principal. Gosto de Emory, o irmão de Gwen, que é uma criança especial, da senhora E., patroa de Gwen e todas suas "aventuras", gosto principalmente da história de Nic e Viv, primo e melhor amiga da Gwen, achei que os dois mereciam mais o posto de casal principal.
O livro é morno e acredito que em breve vou me esquecer da história, não é de todo ruim, mas é como qualquer outro livro que tem por aí, esperava muito mais.
Até o próximo post!
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Sinopse: "Para Merit Voss, a cerca branca ao redor da sua casa é a única coisa normal quando o assunto é sua família, peculiar e cheia de segredos. Eles moram em uma antiga igreja, batizada de Dólar Voss. A mãe, curada de um câncer, mora no porão, e o pai e o restante da família, no andar de cima. Isso inclui sua nova esposa, a ex-enfermeira da ex-mulher, o pequeno Moby, fruto desse relacionamento, o irmão mais velho, Utah, e a gêmea idêntica de Merit, Honor. E, como se a casa não tivesse cheia o bastante, ainda chegam o excêntrico Luck e o misterioso Sagan. Mas Merit sente que é o oposto de todos ali.
Além de colecionar troféus que não ganhou, Merit também coleciona segredos que sua família insiste em manter. E começa a acreditar que não seria uma grande perda se um dia ela desaparecesse. Mas, antes disso, a garota decide que é hora de revelar todas as verdades e obrigá-los a enfim encarar o que aconteceu.
Mas seu plano não sai como o esperado e ela deve decidir se pode dar uma segunda chance não apenas à sua família, mas também a si mesma. As mil partes do meu coração mostra que nunca é tarde para perdoar e que não existe família perfeita, por mais branca que seja a cerca."
Eu amo os livros da Colleen Hoover, mas é claro, que tem alguns que não me encantaram tanto quanto outros. Esse ano, por exemplo, a Galera Record lançou três livros dela e os dois primeiros "É assim que acaba" e "Tarde Demais" não me conquistaram tanto quanto os demais dela e comecei a achar que tinha perdido o encanto, mas aí veio "As mil partes do meu coração" que me fez voltar a ser a fangirl de Colleen.
Esse livro vai contar a história de Merit Voss, sua família e os dois novos moradores da casa Voss. Todo mundo no local é cheio de segredos, ninguém discute os problemas e Merit se sente cada vez mais sufocada pelas verdades não ditas. Além disso cada personagem tem uma característica peculiar, Merit coleciona troféus que não ganhou, sua irmão gêmea só namora garotos com doenças terminais, o irmão sempre arrumadinho gosta de escrever pensamentos estranhos no letreiro na porta de casa, a mãe nunca sai do porão da casa e o pai é um ateu que vive em uma igreja.
A escrita de Colleen nesse livro me lembrou muito de "Caso Perdido" e "Talvez um dia", que tudo vai se desenrolando e de repente temos uma revelação que bagunça toda história, mas que é a maneira de solucionar os problemas. Tem também a leveza com que a autora aborda assuntos importantes, neste a saúde mental é o tema central.
Não consigo colocar em palavras o tanto que gostei desse livro, me diverti, me emocionei e me encantei pelos personagens. "As mil partes do meu coração" é um clássico Colleen Hoover, para fãs e para quem quer começar a ler algo da autora. Uma preciosidade de livro.
Até o próximo post!
Sinopse: "Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial.
Não faça movimentos bruscos.
Deixe sempre as mãos à mostra.
Só fale quando te perguntarem algo.
Seja obediente.
Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. Um movimento errado, uma suposição e os tiros disparam. De repente o amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto.
Em luto, indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas realidades tão distintas (durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas brancos e muito ricos - no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia), Starr precisa descobrir a sua voz. Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como seu início.
Acima de tudo Starr precisa fazer a coisa certa."
"O ódio que você semeia" foi lançado em 2017 e de lá pra cá vem ganhando muitos elogios por aí. Mesmo assim eu ainda demorei mais de um ano para ler este livro e que arrependimento, porque esse livro é maravilhoso.
O livro vai contar a história de Starr mora no "gueto", mas que estuda em uma escola no subúrbio onde ela é a única garota negra. Uma noite ela e seu amigo Khalil são abordados pela polícia e ele acaba morrendo. Depois daquela noite a vida de Starr muda totalmente e apenas fingir ser igual aos colegas de classe e não se envolver com os problemas do bairro já não são o bastante.
A escrita da Angie Thomas é maravilhosa o livro te dá vários tapas na cara, mas ao mesmo tempo consegue ser divertido e em outros momentos muito emocionante. Li a história com um misto de sensações que envolviam revolta, tristeza e em alguns momentos dei várias risadas.
A autora fala abertamente sobre o racismo e a violência da polícia contra os negros nos EUA, porém ela não fica presa ao esterótipo, claro, que temos o branco que se faz de vítima e diz que não é racista, mas que no fundo é muito racista ou o branco que acha que todo negro é bandido ou a polícia que quer acabar com os negros. Ela também cria personagens brancos muito interessantes como o Chris e policiais que estão fazendo o seu trabalho como o Tio Carlos.
"O ódio que você semeia" é aquele YA que deveria ser obrigatório nas escolas, para as crianças saberem lidar com o preconceito e aprenderem que é preciso usar a voz quando se presencia algum ataque ou comentário preconceituoso. Um livrão que eu espero que ainda faça muito sucesso.
Até o próximo post!
Até o próximo post!
Sinopse: "A complexa teia de intrigas, magia e ação torna-se ainda mais enigmática no terceiro volume da série
Blue Sargent encontrou coisas. Pela primeira vez na vida, ela tem amigos em quem pode confiar e um grupo ao qual pertencer. Os ¬garotos corvos a acolheram como se ela fosse um deles. Os infortúnios deles tornaram-se dela e vice-versa.
O problema de coisas encontradas, porém, é a facilidade com que podem se perder. Amigos podem trair. Mães podem desaparecer. Visões podem iludir. Certezas podem se desfazer.
Em Lírio azul, azul lírio, o leitor vai descobrir para onde Blue, Gansey, Adam, Ronan e Noah serão levados em sua jornada para encontrar o lendário rei galês Glendower."
O primeiro livro da Saga dos Corvos, "Garotos Corvos", série não me conquistou, acreditava que era porque ela tinha uma mitologia, mas não é bem isso. E no segundo livro "Ladrões de Sonhos" tive a esperança de estar começando a pegar o ritmo da história e me entregando a legião de fãs desta série. Porém "Lírio Azul, Azul Lírio" voltou a esfriar a série pra mim e chego a dizer que esses não são os livros de que mais gosto da Maggie Stiefvater.
O livro começa bem onde Ladrões de Sonhos terminou, com o desaparecimento da mãe de Blue e durante todo o livro o mistério permanece, não sabemos onde Maura está e muita coisa acontece, mas ao mesmo tempo nada acontece. Porque ficamos sem saber o que está acontecendo com a desaparecida e até mesmo com os outros personagens. Ninguém conversa de verdade, todos estão cheios de segredos e o mistério de Glendower meio que passa a ser o segundo plano. E aí eu me perdi na história e não sei mais sobre o que se trata a Saga dos Corvos.
Apesar de sentir que o enredo estava um pouco confuso, gosto da escrita da Maggie e me delicio com o universo e os personagens que ela cria, esse na verdade é o ponto forte de seus livros, seus personagens são cheios de camadas e muita personalidade, claro, que em sua grande maioria eles são bem maluquinhos, mas isso é deliciosamente divertido.
O romance continua quase que inexistente, apenas uma insinuação de que temos um romance proibido e uma paixão secreta. E todo esse romance que não acontece me enlouquece, afinal, amo a maneira como a Maggie cria os envolvimentos amorosos. Queria tanto que Gansey e Blue já tivesse evoluído, porém tivemos apenas um quase beijo.
Como sempre, o final dos livros da desta série sempre tem um plot twist já dando um gancho para a continuação. Então, apesar de ter descoberto que essa série não é pra mim, estou curiosa com o que vai acontecer no quarto e último livros.
Até o próximo post!
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Sinopse: "Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrarem a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor."
Eu sou uma das poucas pessoas que não leu "Todo Dia" na época em que o livro ficou estourado, mas que ficou com vontade de ler depois de ficar sabendo que ele ia ganhar um filme. Então eu não tinha muita expectativa a respeito desse livro e fiquei muito surpresa, porque o livro é muito bom.
Esse livro tem um plot bem diferente e a sensação que tinha era que acompanhava a história central que era sobre o A. e a Rhiannon e tinha as histórias paralelas dos "hospedeiros" que A. entrava. E achei isso muito legal, porque ao mesmo tempo que ele era aquela pessoa que troca de corpo todos os dias, ele era aquela pessoa que estava sendo por um dia. Achei que isso mostra como a vida de cada um é de um jeito e como cada pessoa tem que lidar com seus problemas diariamente.
Os personagens são muito diversos, então temos vários pontos de vista de seres humanos bem diversos. Claro que os mais aprofundados são A. e Rhiannon que são muito incríveis, ele que consegue fazer coisas pelos outros que só sendo muito empático. E Rhiannon é aquela personagem que dá vontade de cuidar e de ajudar, uma fofa.
Não tenho muito o que falar da história sem dar spoilers, o que você precisa saber é que a escrita do David Levithan fluí muito bem, é envolvente e seus personagens muito reais. O livro tem um enredo criativo e diferente, posso dizer que até ousado, mas é lindo até falar chega. Logo, se você tem o deixado de lado, dê uma chance a essa história de amor linda, que me fez terminar com um suspiro.
Eu sou uma das poucas pessoas que não leu "Todo Dia" na época em que o livro ficou estourado, mas que ficou com vontade de ler depois de ficar sabendo que ele ia ganhar um filme. Então eu não tinha muita expectativa a respeito desse livro e fiquei muito surpresa, porque o livro é muito bom.
Esse livro tem um plot bem diferente e a sensação que tinha era que acompanhava a história central que era sobre o A. e a Rhiannon e tinha as histórias paralelas dos "hospedeiros" que A. entrava. E achei isso muito legal, porque ao mesmo tempo que ele era aquela pessoa que troca de corpo todos os dias, ele era aquela pessoa que estava sendo por um dia. Achei que isso mostra como a vida de cada um é de um jeito e como cada pessoa tem que lidar com seus problemas diariamente.
Os personagens são muito diversos, então temos vários pontos de vista de seres humanos bem diversos. Claro que os mais aprofundados são A. e Rhiannon que são muito incríveis, ele que consegue fazer coisas pelos outros que só sendo muito empático. E Rhiannon é aquela personagem que dá vontade de cuidar e de ajudar, uma fofa.
Não tenho muito o que falar da história sem dar spoilers, o que você precisa saber é que a escrita do David Levithan fluí muito bem, é envolvente e seus personagens muito reais. O livro tem um enredo criativo e diferente, posso dizer que até ousado, mas é lindo até falar chega. Logo, se você tem o deixado de lado, dê uma chance a essa história de amor linda, que me fez terminar com um suspiro.
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Sinopse: "Simon Spier tem dezesseis anos e é gay, mas não conversa sobre isso com ninguém. Ele não vê problemas em sua orientação sexual, mas rejeita a ideia de ter que ficar dando explicação para as pessoas - afinal, por que só os gays têm que se apresentar ao mundo? Enquanto troca e-mails com um garoto misterioso que se identifica como Blue, Simon vai ter que enfrentar, além de suas dúvidas e inseguranças, uma chantagem inesperada."
Resolvi ler "Com amor, Simon" depois de assistir o trailer da adaptação para o cinema, uma vez que quando ele foi lançado em 2016 como "Simon e a agenda homo sapiens" não me atraiu. Mas ainda bem que eles trocaram o título e a capa, porque esse livro é muito amor.
O livro vai contar a história do Simon, um garoto gay, que se corresponde por e-mail com outro menino, que ele não sabe quem é, e que por conta de uma deslize acaba sendo chantageado por um colega de escola. Basicamente a história é um típico young adult com um romance.
Adorei a escrita da Becky Abertalli, que fluí muito bem e o que eu mais gostei foi que ela não se focou totalmente na sexualidade do Simon e nas dificuldades que ele passa por isso, pelo contrário, ela levou tudo isso com naturalidade (algo que deveria ser sempre assim) é apenas uma romance adolescente. Claro, que ela é uma pessoa que é a favor da representatividade, uma vez que em seus livros temos personagens muito variados.
Os personagens do livro são muito legais, Simon e sua família, os amigos, Blue, todo mundo é muito cativante e ao mesmo tempo muito reais, me deu muita vontade de conviver com eles. Meus preferidos com certeza são Simon, Blue e as irmãs do Simon.
Gostei o romance, que foi sendo construído aos poucos, e achei o mistério envolvendo a identidade de Blue também foi importante para a criação do relacionamento deles. O que eu senti dessa história é de que não importa como você é, basta que role uma química.
"Com amor, Simon" entrou pra lista de YA's fofinhos, divertidos e adoráveis e vale muito a pena dar uma chance pra essa história.
Resolvi ler "Com amor, Simon" depois de assistir o trailer da adaptação para o cinema, uma vez que quando ele foi lançado em 2016 como "Simon e a agenda homo sapiens" não me atraiu. Mas ainda bem que eles trocaram o título e a capa, porque esse livro é muito amor.
O livro vai contar a história do Simon, um garoto gay, que se corresponde por e-mail com outro menino, que ele não sabe quem é, e que por conta de uma deslize acaba sendo chantageado por um colega de escola. Basicamente a história é um típico young adult com um romance.
Adorei a escrita da Becky Abertalli, que fluí muito bem e o que eu mais gostei foi que ela não se focou totalmente na sexualidade do Simon e nas dificuldades que ele passa por isso, pelo contrário, ela levou tudo isso com naturalidade (algo que deveria ser sempre assim) é apenas uma romance adolescente. Claro, que ela é uma pessoa que é a favor da representatividade, uma vez que em seus livros temos personagens muito variados.
Os personagens do livro são muito legais, Simon e sua família, os amigos, Blue, todo mundo é muito cativante e ao mesmo tempo muito reais, me deu muita vontade de conviver com eles. Meus preferidos com certeza são Simon, Blue e as irmãs do Simon.
Gostei o romance, que foi sendo construído aos poucos, e achei o mistério envolvendo a identidade de Blue também foi importante para a criação do relacionamento deles. O que eu senti dessa história é de que não importa como você é, basta que role uma química.
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Finalmente assisti a adaptação de "Extraordinário" da R.J. Palacio e depois de meio século tô aqui para falar o que achei do filme que eu estava mais esperando para ver nos cinemas.

A primeira coisa que você precisa saber é que o filme é muito fiel ao livro, tendo só um tom mais leve do que o original, mas sem perder toda a carga emocional da história de Auggie. O filme vai te fazer chorar sim, mas também vai te fazer dá várias gargalhadas.
O filme segue o mesma esquema do livro é vai ser dividido em capítulos, que serão narrados pela visão de cada um dos personagens. O diretor deixou isso presente para mostrar todos os personagens, ao invés de focar apenas no Auggie, o que eu achei bem legal. Outra coisa que achei interessante é que a todo momento a imaginação do Auggie é representada, então temos imagens claras do que ele sente.
O destaque deste filme com certeza é o seu elenco espetacular, começando por Jacob Tremblay que meudeusdocéu, como pode ser tão bom ator daquele tamanho, seguido por Julia Roberts que estava maravilhosa no papel da mãe do Auggie e Owen Wilson que tem muito jeito de paizão.
"Extraordinário" conseguiu várias proezas, ser uma boa adaptação, ser divertido, emocionar e ao mesmo tempo passar uma mensagem, sem ficar muito piegas. O filme é tão lindo quanto o livro e você precisa assistir o mais rápido possível.
Até o próximo post!
Sinopse: "Para encarar a verdade, você precisa estar disposta a ouvi-la.
Ano passado, Annabel era a típica “garota que tem tudo” — inclusive era esse o papel que interpretava no comercial de uma loja de departamentos da cidade. Este ano, porém, ela é a garota que não tem nada: não tem mais a amizade de Sophie; não tem uma família feliz desde a descoberta do distúrbio alimentar de uma de suas irmãs; e não tem ninguém com quem passar a hora do almoço na escola. Até conhecer Owen Armstrong.
Alto, misterioso e obcecado por música, Owen é um garoto que vivia se metendo em brigas, mas agora está tentando mudar. Um de seus novos lemas é sempre falar a verdade, não importa qual seja, e jamais guardar ressentimentos.
Será que com a ajuda desse amigo inesperado Annabel vai conseguir encarar a verdade e enfrentar o que aconteceu na noite em que brigou com Sophie?"
Ano passado, Annabel era a típica “garota que tem tudo” — inclusive era esse o papel que interpretava no comercial de uma loja de departamentos da cidade. Este ano, porém, ela é a garota que não tem nada: não tem mais a amizade de Sophie; não tem uma família feliz desde a descoberta do distúrbio alimentar de uma de suas irmãs; e não tem ninguém com quem passar a hora do almoço na escola. Até conhecer Owen Armstrong.
Alto, misterioso e obcecado por música, Owen é um garoto que vivia se metendo em brigas, mas agora está tentando mudar. Um de seus novos lemas é sempre falar a verdade, não importa qual seja, e jamais guardar ressentimentos.
Será que com a ajuda desse amigo inesperado Annabel vai conseguir encarar a verdade e enfrentar o que aconteceu na noite em que brigou com Sophie?"
Annabel é uma modelo que interpreta da garota que tem tudo em um comercial, mas na vida real não é bem assim. Ela tem vários problemas e esconde um segredo envolvendo a briga que teve com sua melhor amiga no verão. Devido a essa briga ela está sozinha na escola e acaba se aproximando de Owen Armstrong, uma garoto que tem fama de brigão, mas que está tentando controlar a sua raiva.
A escrita da Sarah Dessen é deliciosa e parecia que eu estava assistindo a um filme, ela consegue criar um universo redondinho e uma história muito real. As personagens não são tão diferentes das pessoas do mundo real, o que faz que você se sinta muito mais envolvido na história.
Esse livro não é só sobre o relacionamento da Annabel e do Owen, é muito mais, é sobre relacionamento em geral com as pessoas. A autora conseguiu mostrar vários tipos de relação, entre irmãs, mãe e filha, irmão e irmã, amigas e é tudo tão bonito que me arrancou lágrimas (dentro do ônibus, primeiro mico de 2018).
E tem romance sim neste livro e ele é muito fofo e gradativo, não espere juras de amor eterno ou grandes demonstrações físicas. Annabel e Owen primeiro são amigos e com o tempo vão se interessando um pelo outro.
E neste livro vamos ter várias discussões sobre música e o fato de que existem as pessoas que gostam de música e as que são iluminadas. Eu adorei, afinal, sou uma pessoa muito musical, então peguei algumas dicas (algumas nem tanto) e super me identifiquei com o Owen.
"Só escute" é daqueles young adults maravilhosos, que vai falar de assuntos importantes de forma delicada. Daquelas histórias que te faz refletir, se emocionar, rir e terminar com um quentinho no coração. Primeira leitura de 2018 já começou com 5 estrelas.
Até o próximo post!
Até o próximo post!
Sinopse: "Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses."
Depois de longos seis anos John Green finalmente lançou um novo livro e eu como uma fã (que leria té sua lista de compras) corri para comprar "Tartarugas até lá embaixo", porém peguei livro com um certo receio, porque ouvi muita gente dizendo que o livro era o mais diferentão dele e que quem não gostou dos anteriores ia gosta bem mais desse. Fiquei apreensiva, mas foi um medo bobo, porque reencontrar com a escrita do John foi incrível.
O livro vai contar a história de Aza, uma garota que tem TOC, transtorno obsessivo-compulsivo. Ela tem uma melhor amiga aficionada por Star Wars e juntas estão buscando o paradeiro de um bilionário fugitivo da polícia. Em meio a essa investigação Aza reencontra Davis, uma garoto que ela conheceu na infância e que é filho do tal bilionário.
Não achei esse livro do John Green tão diferente dos outros, acho que o autor tem a capacidade de nos inserir dentro da mente dos seus personagens, fazendo com que nos tornemos eles. E aqui não é diferente, eu me sentia a Aza, sentia sua angústia, sua dor e dificuldade de se viver com o TOC. Passei a compreender que o TOC é mais do que algumas manias, é uma doença séria e que precisa ser levada a sério.
O livro não é um young adult muito levinho (John Green não consegue), os personagens tem questionamentos profundos. Acho incrível o John sempre ter essa preocupação de transformar seus livros com diálogos consistentes e interessantes. Os livros deles são YA de qualidade que deviam ser leitura obrigatória para os jovens.
A história de "Tartarugas até lá embaixo" tem um romance, mas não é somente sobre isso ou um dramalhão sobre amores adolescentes. gostei que o autor resolveu focar em outros pontos da história e falar mais sobre autoconhecimento do que descobrindo o outro.
John Green não me decepcionou, me fazendo rir, me emocionar e me encantar como fez alguns anos atrás com "A Culpa é das Estrelas". Tá aí um autor contemporâneo que escreve para jovens e que tem algo a dizer. Apenas não espera mais longos 6 anos para lançar outro livro.
Até o próximo post!
Sinopse: "A ensolarada Los Angeles pode ser um lugar sombrio na continuação de Dama da Meia-Noite, de Cassandra Clare. Emma Carstairs finalmente conseguiu vingar a morte dos pais e pensou que com isso estaria em paz. Mas se tem uma coisa que ela não encontrou foi tranquilidade. Dividida entre o amor que sente pelo seu parabatai Julian e a vontade de protegê-lo das graves consequências que um relacionamento entre os dois pode trazer, ela começa a namorar Mark Blackthorn, irmão de Julian. Mark, por sua vez, passou os últimos cinco anos preso no Reino das Fadas e não sabe se um dia voltará a ser o Caçador de Sombras que já foi. Como se não bastasse, as cortes das fadas estão em polvorosa. O Rei Unseelie está farto da Paz Fria e decidido a não mais ceder às exigências dos Nephlim. Presos entre as exigências das fadas e as leis da Clave, Emma, Julian e Mark devem encontrar um modo de proteger tudo aquilo que mais amam — juntos e antes que seja tarde."
"Senhor das Sombras" é o segundo livro da trilogia Os Artifícios das Trevas da Cassandra Clare e se passa alguns anos depois da Guerra Maligna retratada em Os Instrumentos Mortais. Nesses livros acompanhamos a família Blackthorn e Emma Castairs, que ficaram órfãos depois que os caçadores de sombra tiveram que enfrentar Sebatian Morgernstern. Emma é parabatai de Julian Blackthorn, mas os dois estão apaixonados um pelo outro, o que é proibido pela Clave.
Eu gostei muito de Dama da Meia-Noite, primeiro livro, mas nesse segundo a sensação que tive foi que só serviu para preencher espaço, e bota preencher nisso, afinal, o livro tem 589 páginas. Depois de tudo que aconteceu antes, Emma descobrir que amar o parabatai é uma maldição, Malcom Fade ressuscitar Annabel, ser assassinado, Mark conseguir ficar com sua família e a aparição do namorado de Cristina, vem esse segundo livro e a autora não resolveu nada, pleo contrário nos trouxe mais problemas e aí eu fico pensando o tamanho que terá o terceiro último livro, ou se ela vai fazer como em Os Instrumentos Mortais e transformar a trilogia em série.
Claro, que o livro não é de todo mal, pelo contrário, Cassandra continua escrevendo muito bem, seus personagens são sempre bem construídos, o universo que ela cria é sempre mágico e luminoso e ela consegue fazer plot twists como ninguém. Devorei esse livro, não com tanta fome como o primeiro, ms havia algo ali, em meio a todas aquelas aventuras, mas foi um caso de livro com muitos acontecimentos em que não acontece nada.
Outro ponto positivo é a diversidade das personagens da Cassandra que mais uma vez trouxe representatividade para suas histórias de fantasia. Gosto também que ela mostrou que poemos ter caçadoras de sombra tão incríveis quanto caçadores, adorei quando ela disse que Emma tinha uma quedinha por Jace, mas depois ela queria ser como ele. Ponto positivo para Cassie.
Agora vamos falar sobre o drama, que essa autora sabe faze um como ninguém, e o nosso casal principal, Julian e Emma, continuam a sofrer e é impossível não se solidarizar com os dois. Amo as cenas de amor dos dois, principalmente a entrega do Julian. Mas o drama não fica apenas para os personagens desta série, não, ela resolveu mexer com Clary e Jace, Magnus e até mesmo com a Tessa, e eu só fico pensando se ela vai ter coragem de executar algum deles e que se isso acontecer vai ser muita crueldade.
No geral "Senhor das Sombras" é um bom livro, mas ela poderia ter desatado alguns nós e deixado poucas revelações para o último livro. E seu tão conhecido final surpreendente foi muito cruel dessa vez, até porque estava gostando de um certo núcleo de personagens e imagino o que os acontecimentos finais vai fazer com ele. Aguardando o próximo livro pra ver qual é.
Até o próximo post!
Sinopse: "Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série, está sempre antenada aos fóruns, escreve uma fanfic de sucesso e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme.
Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou na vida real.
Mas agora que as duas estão indo para a faculdade e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto.
Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências.
Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?"
Quando "Fangirl" da Rainbow Rowell foi lançado eu não dei muita moral para o livro, mas após ler "Eleanor & Park" da mesma autora, me interessei pelos outros livros dela. Mas se em "Eleanor & Park" eu amei tudo e não queria parar de ler, "Fangirl" teve vários problemas.
O livro vai contar a história de Cath, que tem uma irmã gêmea e é fã da série de livros Simon Snow. Mas ela não apenas gosta de ler os livros, ela gosta de escrever fanfic sobre os personagens dos da série. Mas agora a garota foi pra faculdade e tudo que ela gostava, por ser cômodo, tem que mudar na sua nova rotina. E ela não lida muito bem com isso.
Em meio ao tumulto da nova vida, Cath conhece dois garotos, Nick e Levi. O primeiro gosta de escrever com ela e o segundo gosta que ela leia para ele. Os dois são bem diferentes, mas mexem com os sentimentos da garota.
Cath é muito travada e não consegue fazer as coisas por medo e isso me incomodava bastante, porque tinha vontade de empurrar ela pra vê se ela desempacava. A irmã gêmea dela também não é um exemplo de personagem incrível, achei ela meio grossa com a Cath em alguns momentos. A colega de quarto era muito estranha. O Nick era muito narcisista. E o único que era a salvação da história era o Levi, que era sempre muito fofo com a Cath.
A escrita da Rainbow continua muito boa, apesar dos personagens chatos desse livro, e eu devorava as páginas dos livros. Porém a autora resolveu colocar pedaços das fanfics que a Cath escreve no meio da leitura e nesses momentos tinha vontade de jogar o livro pela janela, porque perdia o ritmo da história e informações importantes sobre a história principal eram adiadas para mostrar as aventuras de Simon Snow e sua paixão vampira, Baz.
Por fim o livro não é ruim, podia ter sido muito bom se as partes da "Carry On" fossem menores e não cortassem o ritmo da história. Porém não desisti da Rainbow, afinal ela escreveu o maravilhoso "Eleanor & Park", mas "Fangirl" não chega nem aos pés.
Até o próximo post!
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1 comentários
Sinopse: "TUDO ENVOLVE RISCOS.
NÃO FAZER NADA TAMBÉM É ARRISCADO.
A DECISÃO É SUA.
A doença que eu tenho é rara e famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Não saio de casa. Não saí uma vez sequer em 17 anos. As únicas pessoas que eu vejo são minha mãe e minha enfermeira, Carla.
Então, um dia, um caminhão de mudança para na frente da casa ao lado. Eu olho pela janela e o vejo. Ele é alto, magro e está todo de preto: blusa, calça, jeans, tênis e um gorro que cobre o cabelo. Ele percebe que eu estou olhando e me encara. Seu nome é Olly.
Talvez não seja possível prever tudo, mas algumas coisas, sim. Por exemplo, vou me apaixonar por Olly. Isso é certo. E é quase certo que isso vai provocar uma catástrofe."
Eu acredito que a expectativa sempre estraga tudo, pelo menos pra mim é assim que funciona, pois é só esperar muito de um livro que vou acabar frustrada. Mas quando eu vou sem expectativa nenhuma, na grande maioria das vezes, a leitura fluí melhor e acabo gostando muito do livro. E foi exatamente isso que aconteceu com "Tudo e Todas as Coisas" da Nicola Yoon, um young adult despretensioso que me encantou com sua história de amor.
O livro vai contar a história da Madeline, que sofre de uma doença que a impede de entrar em contato com mundo, por isso ela vive em uma casa especial a 18 anos sem nunca ter saído de lá. Ela segue uma rotina que é abalada quando um novo vizinho muda para a casa ao lado. Olly tem uma vida complicada, mas nem por isso deixa de se aproximar da garota que tem problemas maiores que o dele. Os dois acabam se envolvendo romanticamente.
"Tudo e Todas as Coisas" pode se encaixar no gênero sick lit, mas ele é mais do que isso, o livro de Nicola Yoon vai falar muito mais de correr riscos, que isso sim é viver de verdade. E a autora tem uma escrita divertida e leve, com personagens interessantes e inteligentes. Os diálogos do livro são bem interessantes e o envolvimento do casal principal é natural.
Eu gostei muito do livro, mesmo ele tendo alguns pontos fora da realidade, mas isso não me incomodou e tive uma leitura muito prazerosa, que há muito tempo não tinha com um livro de YA contemporâneo. Bem no estilo John Green e Stephanie Perkins, recomendadíssimo para quem gosta desses dois ou apenas de um bom romance adolescente.
Até o próximo post!
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