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Sinopse: "Simon Spier tem dezesseis anos e é gay, mas não conversa sobre isso com ninguém. Ele não vê problemas em sua orientação sexual, mas rejeita a ideia de ter que ficar dando explicação para as pessoas - afinal, por que só os gays têm que se apresentar ao mundo? Enquanto troca e-mails com um garoto misterioso que se identifica como Blue, Simon vai ter que enfrentar, além de suas dúvidas e inseguranças, uma chantagem inesperada."
Resolvi ler "Com amor, Simon" depois de assistir o trailer da adaptação para o cinema, uma vez que quando ele foi lançado em 2016 como "Simon e a agenda homo sapiens" não me atraiu. Mas ainda bem que eles trocaram o título e a capa, porque esse livro é muito amor.
O livro vai contar a história do Simon, um garoto gay, que se corresponde por e-mail com outro menino, que ele não sabe quem é, e que por conta de uma deslize acaba sendo chantageado por um colega de escola. Basicamente a história é um típico young adult com um romance.
Adorei a escrita da Becky Abertalli, que fluí muito bem e o que eu mais gostei foi que ela não se focou totalmente na sexualidade do Simon e nas dificuldades que ele passa por isso, pelo contrário, ela levou tudo isso com naturalidade (algo que deveria ser sempre assim) é apenas uma romance adolescente. Claro, que ela é uma pessoa que é a favor da representatividade, uma vez que em seus livros temos personagens muito variados.
Os personagens do livro são muito legais, Simon e sua família, os amigos, Blue, todo mundo é muito cativante e ao mesmo tempo muito reais, me deu muita vontade de conviver com eles. Meus preferidos com certeza são Simon, Blue e as irmãs do Simon.
Gostei o romance, que foi sendo construído aos poucos, e achei o mistério envolvendo a identidade de Blue também foi importante para a criação do relacionamento deles. O que eu senti dessa história é de que não importa como você é, basta que role uma química.
"Com amor, Simon" entrou pra lista de YA's fofinhos, divertidos e adoráveis e vale muito a pena dar uma chance pra essa história.
Resolvi ler "Com amor, Simon" depois de assistir o trailer da adaptação para o cinema, uma vez que quando ele foi lançado em 2016 como "Simon e a agenda homo sapiens" não me atraiu. Mas ainda bem que eles trocaram o título e a capa, porque esse livro é muito amor.
O livro vai contar a história do Simon, um garoto gay, que se corresponde por e-mail com outro menino, que ele não sabe quem é, e que por conta de uma deslize acaba sendo chantageado por um colega de escola. Basicamente a história é um típico young adult com um romance.
Adorei a escrita da Becky Abertalli, que fluí muito bem e o que eu mais gostei foi que ela não se focou totalmente na sexualidade do Simon e nas dificuldades que ele passa por isso, pelo contrário, ela levou tudo isso com naturalidade (algo que deveria ser sempre assim) é apenas uma romance adolescente. Claro, que ela é uma pessoa que é a favor da representatividade, uma vez que em seus livros temos personagens muito variados.
Os personagens do livro são muito legais, Simon e sua família, os amigos, Blue, todo mundo é muito cativante e ao mesmo tempo muito reais, me deu muita vontade de conviver com eles. Meus preferidos com certeza são Simon, Blue e as irmãs do Simon.
Gostei o romance, que foi sendo construído aos poucos, e achei o mistério envolvendo a identidade de Blue também foi importante para a criação do relacionamento deles. O que eu senti dessa história é de que não importa como você é, basta que role uma química.
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Abril ainda não acabou, mas já tem trilha sonora do mês. Nos últimos meses eu tenho seguido um padrão de reviver algumas músicas e bandas, em abril não foi diferente.
Comecei o mês escutando uma das minhas bandas preferidas, Silverchair. Há anos eu não escutava tanto as músicas cantadas pelo Daniel Johns. Para quem não sabe o Silverchair é uma banda dos anos 90 e tinha um vocalista lindíssimo, mas cheio de problemas. Desde bem novinha eu gostava deles e sou apaixonada pelo álbum Diorama deles, principalmente pelas músicas "Whithout You" e Luv your Life", que eu escutei freneticamente esse mês.
Silverchair - Whithout You
Silverchair - Luv your Life
Falei no mês passado que estava in love pela trilha sonora de "Se Nada der Certo", principalmente pela música "Lost Stars" cantada pelo Adam Levine, pois é continuo escutando a trilha, mas a dessa vez foi "A Higher Place" também do Adam. Sério, esse homem tem uma voz maravilhosa.
Adam Levine - A Higher Place
Outra cantora maravilhosa que é figurinha carimbada nas minhas playlist é a Sia, estou viciada em "Cheap Thrills", é a minha música para ficar de bem com a vida, eu escuto e já quero fazer dancinha.
Sia - Cheap Thrills
Eu adoro música folk e todo mundo que vem aqui no blog está cansado de ver alguma banda do estilo, uma delas é The Civil Wars, que eu já fiz até um post sobre eles, que é uma das minhas queridinhas. Recentemente achei uma versão deles para a música "You Are My Sunshine", que eu adoro na versão do Johnny Cash e June Carter, mas que me conquistou nesse novo formato. Na mesma onda me encantei por "Tip of my Tongue", que tem os vocais mais lindos de todos.
The Civil Wars - You are my Sunshine
The Civil Wars - Tip of my Tongue
Esse mês também entrei em uma vibe reggaton, tudo por causa do namorado que é muito fã e me apresentou o J. Balvin. Adoro duas músicas dele "Ay Vamos" e Ginza", escuto e tenho vontade de correr para dançar.
J. Balvin - Ay Vamos
J. Balvin - Ginza
Por último a música foi "Somewhere Only We Know", que é uma das minhas músicas preferidas do Keane, mas cantada pela Lily Allen. Por incrível que pareça nunca tinha ouvido essa música antes, só fui descobri porque ela é trilha da nova propaganda da Vivo, que todas as vezes que passa me faz ficar cantarolando.
Lily Allen - Somewhere Only We Know
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