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Resenha: Se não fosse você

16.11.20

“Se não fosse você” é um dos mais recentes livros da Colleen Hoover publicados no Brasil. Diferente de seus livros anteriores o foco dessa história não são os relacionamentos amorosos, mas sim o relacionamento entre mãe e filha.


Grace ficou grávida aos 17 anos do seu namorado da escola, Chris. Os dois se casaram e criaram juntos a filha Clara. Os anos passam e agora é Clara quem tem 17 anos. Após um acidente, mãe e filha terão que lidar com a dor do luto e com as dificuldades do relacionamento entre as duas.


O livro tem como foco o relacionamento de Grace e Clara, mas também aborda as relações amorosas das duas.Clara em seu primeiro relacionamento sério e Grace revivendo uma história que ficou no passado. Eu adorei os dois relacionamentos e torci para que os dois casais dessem certo. 


Como todos os livros da Collen “Se não fosse você” aborda assuntos delicados, do jeito que só a autora sabe fazer. Nessa história vemos como uma traição pode ferir várias pessoas, como é preciso ter responsabilidade ao se envolver com alguém e principalmente, sobre decisões na vida que podem mudar tudo.


Gosto da maneira muito dos romances criados por Colleen e nesse livro não é diferente, as interações são meio maluquinhas, mas tão doces e cheias de química. Impossível não ler os livros dela e ficar com o coração quentinho.


Não é um livro ruim, como vi várias pessoas comentando, é uma história bem diferente do que geralmente a Colleen faz, mas uma bela história sobre família. Eu poderia ter gostado mais, se não tivesse ficado tão irritada com a personagem da Clara, que é a típica adolescente revoltada. No mais, é um bom livro, mas não entrou para os meus favoritos. 


Até o próximo post!




Resenha: Fantasmas do Mercado das Sombras

5.6.20
“Fantasmas do Mercado das Sombras” é o terceiro livro de contos da Cassandra Clare, enquanto “As Crônicas de Bane” e “Contos da Academia de Caçadores de Sombra” são focados em Magnus e Simon, esse terceiro é sobre Jem Castairs durante sua busca pelo Herondale perdido, mas contando histórias de caçadores de sombras de diversas épocas. E a de ter o mesmo formato dos livros anteriores, esse livro não me agradou tanto quanto os outros.

O livro é dividido em 10 contos: Longas sombras, Todas as coisas extraordinárias, Aprendendo sobre perdas, Um amor mais profundo, Os peversos, O filho do amanhecer, A terra que perdi, Através do sangue, através do fogo, O mundo perdido e Para sempre caídos. E se passam desde a época em que Jem ainda era o irmão do silêncio Zacariah, até depois do final de “Os Artifícios das Trevas”. Os contos em sua grande maioria são curtos, somente dois tem mais de cem páginas.

Os livros de contos do universo dos caçadores de sombras tem como função contar de maneira mais profunda situações que são citadas por alto na séries principais, para que fiquemos mais interessados de como foi que tudo aconteceu. Por exemplo, como foi a morte do Will Herondale, como os pais do Jace acabaram juntos, sobre o segundo filho de Alec e Magnus e mais diversos outros acontecimentos que não são explorados nos demais livros, como nós livros anteriores.

Três contos em especial eu gostei muito, até porque adoro ler histórias sobre Jace e o casal Malec, também adoro como Cassandra usa da representatividade nas suas histórias, e nesse livro não foi diferente, o conto sobre Anna Lightwood foi incrível.

Então, porque eu não gostei tanto assim do livro?
A questão é que apesar de ter algumas histórias que me divertiram, eu achei a grande maioria arrastada e chata, não estava interessada em saber sobre aqueles personagens e até mesmo o mistério do Herondale Perdido não me prendeu, uma vez que eu já sei quem é ele e onde ele está. A verdade é que durante essa leitura tive a sensação de que esse livro só veio para encher linguiça e não teve nada realmente relevante contado. A impressão é que a Cassandra Clare usa esses contos para testar se o leitor irrita gostar de mais alguns série sobre outra geração de caçadores de sombras.

“Fantasmas do Mercado das Sombras” não é um dos melhores livros escritos pela Cassandra e acho que a escolha de personagens também não ajudou a tornar a experiência de leitura interessante, em sua grande maioria eles não me cativaram, só me irritaram. Acho que a autora está precisando dar um  respiro e dar mais tempo de um livro pra outro.

Até o próximo post!

Resenha: As Três Partes de Grace

15.4.20

“As três partes de Grace” vai acompanhar a história da Grace uma jovem adolescente que acaba de entregar sua filha para adoção e depois dessa situação busca encontrar sua mãe biológica, uma vez que ela também foi adotada. Nesta busca ela acaba descobrindo que tem dois irmãos, Joaquin e Maya, ele nunca foi adotado e viveu em famílias acolhedoras e ela foi adotada por uma família que está passando por problemas. 

O livro vai focar principalmente na questão da adoção, no porquê de alguns pais entregarem seus filhos para adoção, no quanto pode ser traumático para uma criança nunca ser adotada, no que passa na cabeça de uma pessoa que foi adotada e a busca por suas origens. 

Os personagens  são muito cativantes, Grace, Joaquin e Maya, cada um com sua história de vida são muito bem construídos e realistas. Os medos que cada um sente são tão reais e é impossível não se entristecer com suas inseguranças e querer que eles tenham um final feliz.

Nunca tinha lido nada da Robin Benway, mas me encantei por sua escrita, devorei o livro em menos de 24 horas, me emocionei com essas história linda e me apaixonei por seus personagens. O livro não é um romance formado apenas por brancos e héteros, a autora aposta na diversidade, e isso é um ponto forte, afinal, parte dos livros são  protagonizados por esse padrão.

Antes de ler “As três partes de Grace” eu tive uma visão muito preconceituosa da adoção, mas depois de conhecer a história desses personagens, muito meu modo de pensar e passei a ter mais empatia pelas pessoas que estragam seus filhos para a adoção. Esse livro me mudou e quer motivo mais forte para ser ler um livro do que o de que ele vai te transformar?!

Até o próximo post!

Vídeo: TOP 5 Editoras

15.2.20
Até o próximo post!

Resenha: Todas as suas (Im)Perfeições

15.10.19
Sinopse: "Uma história de amor perfeita é suficiente para manter vivo o casamento entre duas pessoas imperfeitas?
O acaso uniu Quinn e Graham duas vezes. A primeira delas, no que consideraram o pior dia de suas vidas, quando ela descobriu às vésperas do casamento que estava sendo traída pelo noivo e ele, pela namorada que pretendia pedir em casamento. A segunda, meses depois, em meio a encontros ruins."

Se eu tivesse que escolher apenas um autor como o queridinho, com toda certeza diria Colleen Hoover, e se eu tivesse que escolher entre todos os seus livros qual o meu preferido, "Todas as suas imperfeições" seria o escolhido, porque MEUDEUS! o que foi essa história? Não sei se vou conseguir colocar em palavras o que senti fazendo essa leitura, mas vou tentar.

O livro ao meu ver é um dos mais adultos da autora, ela vai retratar um casamento desgastado por um sofrimento, o fato de não conseguirem ser pais. Apesar do casal, Quinn e Graham, sofrerem por não ter filhos, ela é a que mais está destruída e que tentando esconder sua dor está destruindo seu casamento.

A autora conta o livro em dois tempos, desde que o casal se conheceu e os dias de hoje, o que faz com que vejamos o quanto aquelas duas pessoas se amam e combinam, mas que estão se afastando cada vez mais. Todo o início do relacionamento é delicioso, como só a Colleen Hoover sabe fazer, é cheio de encontros do destino e com muita sedução e flerte, já os dias atuais é dolorido, triste, difícil, mas ainda sim romântico.

Além da história ser linda de morrer, ainda temos personagens deliciosos, principalmente, o Graham. Adoro Graham, o cara romântico, sexy e divertido, que desde o primeiro momento encanta, não só a Quinn, mas o leitores. Suspirei várias vezes durante a leitura e desenvolvi uma grande paixonite por ele, torci para que a Quinn conseguisse enxergar o companheiro que tinha ao seu lado.

Esse livro fala de relacionamentos, do ato de escolhermos alguém para vivermos a vida juntos e principalmente, das crises, dos problemas que veem quando decidimos passar o resto da vida com alguém. E Colleen fez isso tão verdadeiro, tão incrível, que é impossível não se envolver com o relacionamento daqueles personagens e torcer para que tudo der certo, mas Colleen mesmo em seus finais felizes consegue ser real e verdadeira, e nesse livro não é diferente.

Eu amo tudo que a Colleen escreve, mas particularmente essa história me tocou muito, porque sou uma pessoa que acredita no amor, que com ele você consegue sobreviver a qualquer coisa. Talvez para uma pessoa solteira essa história não tenha tanto impacto quanto teve para mim, um recém casada no auge do amor, ainda muito distante das crises, mas consciente de que isso um dia pode acontecer e se acontecer, vou me lembrar com carinho do livro da Colleen. 

Até o próximo post!

TBR de Outubro

6.10.19

Até o próximo post!

Resenha: O Sabor do Pecado

20.7.19
Sinopse: "Da autora da Trilogia dos Príncipes que já vendeu mais de 30 mil exemplares no Brasil. 
Tudo que Jasper Renshaw precisa é se casar e gerar um herdeiro para o título de visconde de Vale. Ele espera encontrar uma dama bonita capaz de cumprir esse papel e, então, voltar para a vida de libertinagem que sempre levou ― uma vida que mantém afastadas as lembranças de um passado que ainda o assombra. No entanto, a sorte que Jasper tem para encontrar amantes não parece ajudar o visconde a mantê-las ao seu lado. Depois de ser abandonado pela segunda noiva em seis meses, ele recebe uma proposta irrecusável: Melisande Fleming se oferece para ser a futura viscondessa de Vale. Aos 28 anos e ainda morando com o irmão, Melisande busca a independência que só um casamento pode lhe proporcionar. Ou, pelo menos, é o que ela conta a Lorde Vale. Mas a dama tem um segredo: há anos, ama Jasper e está disposta a viver um casamento sem amor só para ficar ao lado dele. Afinal, ela já amou uma vez, há muito tempo, mas teve o coração partido e não pretende passar por isso novamente. Mas, para seu desespero, Jasper logo se vê atraído por ela ― recatada durante o dia, sedutora à noite ― e garante que vai descobrir seus segredos. Os dois têm um passado que querem esconder, mas nenhum deles está disposto a revelar esses mistérios um para o outro. Quando começam um jogo de sedução, porém, os segredos que tanto queriam guardar vêm à tona, ameaçando separá-los."

"O Sabor do Pecado" é  segundo livro da quadrilogia " A Lenda dos Quatro Soldados" da Elizabeth Hoyt, e vai contar a história do casal Jasper Renshaw e Melisande Fleming, que já apareceram no livro anterior "O Gosto da Tentação". Jasper é abandonado pela segunda noiva e Melisande resolve pedi-lo em casamento, uma vez que sempre teve uma paixão platônica por ele. Renshaw ainda tenta lidar com o ataque que seu regimento sofreu na guerra e descobrir quem foi que os traiu.

Como no livro anterior, este tem um romance, sem deixar de focar no mistério que envolve ao ataque que o regimento sofreu, mas diferente do outro, esse mistério não toma tanto espaço, deixando com que o romance se desenvolva melhor.

O que mais gostei do livro foi da personagem Melisande, ela tem os pés no chão e não se deixa levar por falsos elogios, ela tem consciência de quem é e sobre sua aparência. Gosto também do fato de ela ser muito mais livre sexualmente, do que a grande maioria das mocinhas dos romances de época, ela gosta de sexo e não esconde isso. Renshaw também não é um mal personagem, apesar de que achei que ele precisava ter sido mais bem desenvolvido, faltou focar mais em sua personalidade.

O mistério sobre o ataque ao regimento ganha novos detalhes, mas ainda é um mistério, acredito que só será solucionado no último livro da quadrilogia, isso me faz desejar a continuar ainda mais a série e descobrir de vez quem foi o traidor e porquê.

A história é mais um livro de romance de época de um casal que se casa por conveniência, mas que acaba percebendo que fizeram um "acordo" muito vantajoso, pois encontraram o verdadeiro amor. Daqueles livros que você lê em uma sentada, vi se divertir, mas que já vimos a história contada em vários outros livros.


Até o próximo post!

Resenha: Nunca Jamais (parte 3)

12.6.19
Sinopse: "Coleen Hoover junta-se mais uma vez a Tarryn Fisher neste thriller perfeito para os fãs de Antes de dormir e A garota no trem. Charlize Wynwood e Silas Nash foram melhores amigos desde pequenos. Mas, agora, são completos estranhos. O primeiro beijo, a primeira briga, o momento em que se apaixonaram... Toda recordação desapareceu. E nenhum dos dois tem ideia do que aconteceu e em quem podem confiar.
No muito aguardado último volume da série Nunca jamais, Silas e Charlize devem mergulhar fundo em seu passado para descobrir quem são e quem querem se tornar. Correndo contra o tempo atrás das respostas, serão eles capazes de se reencontrar e reestabelecer os velhos laços, ou estará tudo perdido para sempre?"

Depois de uma espera de dois anos saiu finalmente a terceira e última parte de "Nunca Jamais" da Colleen Hoover e Rarryn Fisher. E foi uma espera bem dolorida, afinal, a parte dois terminou de um jeito que não era possível saber que rumo a história ia tomar.

Nesta terceira parte já se passou o estranhamento de Charlie e Silas sem memória, já sabemos que o passado dos dois era muito feio e complicado, mas também sabemos que apesar de eles não terem memórias o amor que um sente pelo outro ainda está ali e é esse amor que move toda a história. Principalmente, nesse último livro, a história fica mais leve e temos o casal tentando recuperar aquela paixão que eles sabem que existe.

O livro é bem curtinho e com uma sentada você vai terminar de ler. Durante toda leitura não foram só Charlie e Silas que se apaixonaram, eu também me apaixonei um pouquinho por aquele amor. Terminei a leitura com um quentinho no coração e muito feliz por ter lido esse livro.

A minha única reclamação é que ao invés de terem dividido a história em três livros, deveriam ter feito uma edição única, acho que isso faria a história fluir e principalmente não teríamos que ficar esperando tanto tempo para saber o que iria acontecer. A verdade é que pelo tamanho de cada livro não tinha necessidade de separá-los. Tirando isso, Nunca Jamais é maravilhoso e ganhou um lugar no meu coração.

Até o próximo post!




Resenha: As mil partes do meu coração

24.12.18
Sinopse: "Para Merit Voss, a cerca branca ao redor da sua casa é a única coisa normal quando o assunto é sua família, peculiar e cheia de segredos. Eles moram em uma antiga igreja, batizada de Dólar Voss. A mãe, curada de um câncer, mora no porão, e o pai e o restante da família, no andar de cima. Isso inclui sua nova esposa, a ex-enfermeira da ex-mulher, o pequeno Moby, fruto desse relacionamento, o irmão mais velho, Utah, e a gêmea idêntica de Merit, Honor. E, como se a casa não tivesse cheia o bastante, ainda chegam o excêntrico Luck e o misterioso Sagan. Mas Merit sente que é o oposto de todos ali.
Além de colecionar troféus que não ganhou, Merit também coleciona segredos que sua família insiste em manter. E começa a acreditar que não seria uma grande perda se um dia ela desaparecesse. Mas, antes disso, a garota decide que é hora de revelar todas as verdades e obrigá-los a enfim encarar o que aconteceu. 
Mas seu plano não sai como o esperado e ela deve decidir se pode dar uma segunda chance não apenas à sua família, mas também a si mesma. As mil partes do meu coração mostra que nunca é tarde para perdoar e que não existe família perfeita, por mais branca que seja a cerca."

Eu amo os livros da Colleen Hoover, mas é claro, que tem alguns que não me encantaram tanto quanto outros. Esse ano, por exemplo, a Galera Record lançou três livros dela e os dois primeiros "É assim que acaba" e "Tarde Demais" não me conquistaram tanto quanto os demais dela e comecei a achar que tinha perdido o encanto, mas aí veio "As mil partes do meu coração" que me fez voltar a ser a fangirl de Colleen.

Esse livro vai contar a história de Merit Voss, sua família e os dois novos moradores da casa Voss. Todo mundo no local é cheio de segredos, ninguém discute os problemas e Merit se sente cada vez mais sufocada pelas verdades não ditas. Além disso cada personagem tem uma característica peculiar, Merit coleciona troféus que não ganhou, sua irmão gêmea só namora garotos com doenças terminais, o irmão sempre arrumadinho gosta de escrever pensamentos estranhos no letreiro na porta de casa, a mãe  nunca sai do porão da casa e o pai é um ateu que vive em uma igreja.

A escrita de Colleen nesse livro me lembrou muito de "Caso Perdido" e "Talvez um dia", que tudo vai se desenrolando e de repente temos uma revelação que bagunça toda história, mas que é a maneira de solucionar os problemas. Tem também a leveza com que a autora aborda assuntos importantes, neste a saúde mental é o tema central.

Não consigo colocar em palavras o tanto que gostei desse livro, me diverti, me emocionei e me encantei pelos personagens. "As mil partes do meu coração" é um clássico Colleen Hoover, para fãs e para quem quer começar a ler algo da autora. Uma preciosidade de livro.

Até o próximo post!

Resenha: Corte de Gelo e Estrelas

17.12.18
Sinopse: "Feyre, Rhys e seu círculo íntimo de amigos ainda estão ocupados reconstruindo a Corte Noturna e tentando manter a paz, conquistada a base de muito esforço e perdas pessoais, após a queda da muralha.
Mas o Solstício de Inverno finalmente está próximo e, com isso, um alívio merecido. Compras, festas, celebração e a promessa de dias tranquilos. A atmosfera festiva não consegue, entretanto, impedir que as sombras da guerra se aproximem.
Em seu primeiro Solstício como Grã-Senhora, Feyre ainda lidando com os horrores do passado recente, e percebe que seu parceiro e sua família têm mais cicatrizes do que ela esperava – cicatrizes que podem impactar o futuro, e a paz, de sua Corte."

Me apaixonei pela série "Corte de Espinhos e Rosas" desde o primeiro livro e me apaixonei novamente com suas continuações, mesmo com suas viradas na história e inversões de papéis, na verdade foi exatamente isso que me encantou. Então aguardei ansiosamente por qualquer detalhe de como estava a vida de cada um dos personagens e "Corte de Gelo e Estrelas" foi pra mim exatamente isso, uma maneira de mostrar como estavam todos depois da guerra.

O livro, que na verdade é apenas uma novela, vai mostrar a Corte Noturna se recuperando da guerra, todos tem que lidar com algo, e os horrores que viveram não se apagam tão facilmente, é gradativo e doloroso. Feyre e Rhysand são um caso a parte, os dois já viveram o pior dos traumas e agora finalmente encontraram a felicidade, mas se sentem egoístas por exibirem essa alegria que os envolve. 

Além das pessoas que vivem na Corte Noturna, como Feyre e suas irmãs, Rhysand, os Illirianos, Mor e Amren, vemos também o que aconteceu a Corte Primaveril e a Tamlim, que apesar de ter dado um presente a Feyre, não conseguiu seguir com sua vida.

Esse é o tipo de história que me conquista, em que não há um final feliz real, tem rachaduras e não é tão simples se recuperar dos horrores da guerra. Todos estão devastados, mas não basta apenas esperar para que tudo melhore é preciso fazer algo.

O livro teve sua cota de romance e Feyre e Rhysande se mostraram ainda mais apaixonados e é tão lindo ver o quanto os dois são gratos por terem um ao outro. Claro que em vários momentos Rhysand ainda é inseguro sobre se é digno de tudo aquilo, mas nada clichê. Um casal que me encanta.

Terminei a novela querendo mais e desejando que as próximas histórias sejam tão incríveis quanto a dos grãos-senhores da Corte Noturna.

Até o próximo post!

Resenha: O ódio que você semeia

3.12.18
Sinopse: "Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial.
Não faça movimentos bruscos.
Deixe sempre as mãos à mostra.
Só fale quando te perguntarem algo. 
Seja obediente.
Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. Um movimento errado, uma suposição e os tiros disparam. De repente o amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto.
Em luto, indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas realidades tão distintas (durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas brancos e muito ricos - no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia), Starr precisa descobrir a sua voz. Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como seu início.
Acima de tudo Starr precisa fazer a coisa certa."

"O ódio que você semeia" foi lançado em 2017 e de lá pra cá vem ganhando muitos elogios por aí. Mesmo assim eu ainda demorei mais de um ano para ler este livro e que arrependimento, porque esse livro é maravilhoso.

O livro vai contar a história de Starr mora no "gueto", mas que estuda em uma escola no subúrbio onde ela é a única garota negra. Uma noite ela e seu amigo Khalil são abordados pela polícia e ele acaba morrendo. Depois daquela noite a vida de Starr muda totalmente e apenas fingir ser igual aos colegas de classe e não se envolver com os problemas do bairro já não são o bastante.

A escrita da Angie Thomas é maravilhosa o livro te dá vários tapas na cara, mas ao mesmo tempo consegue ser divertido e em outros momentos muito emocionante. Li a história com um misto de sensações que envolviam revolta, tristeza e em alguns momentos dei várias risadas.

A autora fala abertamente sobre o racismo e a violência da polícia contra os negros nos EUA, porém ela não fica presa ao esterótipo, claro, que temos o branco que se faz de vítima e diz que não é racista, mas que no fundo é muito racista ou o branco que acha que todo negro é bandido ou a polícia que quer acabar com os negros. Ela também cria personagens brancos muito interessantes como o Chris e policiais que estão fazendo o seu trabalho como o Tio Carlos.

"O ódio que você semeia" é aquele YA que deveria ser obrigatório nas escolas, para as crianças saberem lidar com o preconceito e aprenderem que é preciso usar a voz quando se presencia algum ataque ou comentário preconceituoso. Um livrão que eu espero que ainda faça muito sucesso.

Até o próximo post!

Resenha: O Guia do Cavalheiro para o Vício e a Virtude

15.10.18
Sinopse: "Uma aventura romântica do século XVIII para a era moderna. Simon Versus a Agenda Homo Sapiens, encontra os anos 1700.

Henry "Monty" Montague nasceu e foi criado para ser um cavalheiro, mas nunca foi domado. Os melhores internatos da Inglaterra e a constante desaprovação do pai não conseguiram conter nenhuma das suas paixões - jogos de azar, álcool e dividir a cama com mulheres e homens.

Mas agora sua busca constante por uma vida cheia de prazeres e vícios está em risco. O pai quer que ele tome conta dos negócios da família. Mas antes Monty vai partir em seu Grand Tour pela Europa, com a irmã mais nova, Felicity, e o melhor amigo, Percy - por quem ele mantém uma paixão inconsequente e impossível. Monty decide fazer desta última escapada umafesta hedonista e flertar com Percy de Paris a Roma. Mas quando uma de suas decisões imprudentes transforma a viagem em uma angustiante caçada através da Europa, isso faz com que ele questione tudo o que conhece, incluindo sua relação com o garoto que ele adora."

"O Guia do Cavalheiro para o Vício e a Virtude" é um romance de época, mas com vários assuntos bem atuais. Para começar temos Monty, nosso personagem principal que não tem nada de cavalheiro, afinal, ele gosta mesmo é de jogatina, bebedeira e romances tórridos com ambos os sexos, ele é bissexual. Mas apesar disso o jovem cavalheiro é apaixonado pelo melhor amigo Percy, mas lhe falta coragem para se declarar. 

O livro vai acompanhar Monty, Percy e sua irmã Felicity fazendo uma tour, que acaba se tornando algo bem diferente do que o planejado. Eles se envolvem em confusões, perseguições, assaltos, pirataria e até mesmo alquimia. Tem de tudo um pouco nessa história que começa muito divertida e engraçadinha, mas depois se tornou uma aventura caótica, que eu particularmente achei meio sem propósito, para uma história de resistência e amor.

O que mais gostei no Guia foi que a autora abordou muito bem a relação de um pai que não aceita o filho e o quanto isso pode ser prejudicial. Gosto também que os personagens são diversos, não se encaixando no padrão. Claro, que tudo isso fica ainda melhor, porque a escrita da Mackenzi Lee é leve, fluída e muito divertida.

Esse livro é muito bom, mas ficou um pouco sem sentido no meio, mas nada que estrague a história. Uma ótima pedida pra fugir dos clichês e se divertir com uma boa história de amor.


Até o próximo post!

TBR de Outubro

8.10.18
Até o próximo post!

Resenha: Todo Dia

18.6.18
Sinopse: "Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrarem a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor."

Eu sou uma das poucas pessoas que não leu "Todo Dia" na época em que o livro ficou estourado, mas que ficou com vontade de ler depois de ficar sabendo que ele ia ganhar um filme. Então eu não tinha muita expectativa a respeito desse livro e fiquei muito surpresa, porque o livro é muito bom.

Esse livro tem um plot bem diferente e a sensação que tinha era que acompanhava a história central que era sobre o A. e a Rhiannon e tinha as histórias paralelas dos "hospedeiros" que A. entrava. E achei isso muito legal, porque ao mesmo tempo que ele era aquela pessoa que troca de corpo todos os dias, ele era aquela pessoa que estava sendo por um dia. Achei que isso mostra como a vida de cada um é de um jeito e como cada pessoa tem que lidar com seus problemas diariamente.

Os personagens são muito diversos, então temos vários pontos de vista de seres humanos bem diversos. Claro que os mais aprofundados são A. e Rhiannon que são muito incríveis, ele que consegue fazer coisas pelos outros que só sendo muito empático. E Rhiannon é aquela personagem que dá vontade de cuidar e de ajudar, uma fofa.

Não tenho muito o que falar da história sem dar spoilers, o que você precisa saber é que a escrita do David Levithan fluí muito bem, é envolvente e seus personagens muito reais. O livro tem um enredo criativo e diferente, posso dizer que até ousado, mas é lindo até falar chega. Logo, se você tem o deixado de lado, dê uma chance a essa história de amor linda, que me fez terminar com um suspiro.



Até o próximo post!



TBR de Junho de 2018

3.6.18
Até o próximo post!

Resenha: É Assim que Acaba

12.2.18
Sinopse: "Lily nem sempre teve uma vida fácil, mas isso nunca a impediu de trabalhar arduamente para conquistar a vida tão sonhada. Ela percorreu um longo caminho desde a infância, em uma cidadezinha no Maine: se formou em marketing, mudou para Boston e abriu a própria loja. Então, quando se sente atraída por um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo parece perfeito demais para ser verdade. Ryle é confiante, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e se sente atraído por Lily. Porém, sua grande aversão a relacionamentos é perturbadora. Além de estar sobrecarregada com as questões sobre seu novo relacionamento, Lily não consegue tirar Atlas Corrigan da cabeça — seu primeiro amor e a ligação com o passado que ela deixou para trás. Ele era seu protetor, alguém com quem tinha grande afinidade. Quando Atlas reaparece de repente, tudo que Lily construiu com Ryle fica em risco. Com um livro ousado e extremamente pessoal, Colleen Hoover conta uma história arrasadora, mas também inovadora, que não tem medo de discutir temas como abuso e violência doméstica. Uma narrativa inesquecível sobre um amor que custa caro demais."

"É Assim que Acaba" foi um dos livros mais aguardados da Colleen por se tratar de uma história em que ela se inspirou em sua própria experiência para escrever. O livro vai ser narrado pela Lily uma jovem que foi criada em um lar onde havia violência doméstica, ela acabou de conhecer o Ryle, um cara que tem receio de relacionamentos, mas por quem ela se sente muito atraída. Além disso ela ainda tem uma história de amor inacabada com o Atlas, um garoto que ela conheceu na adolescência.

Eu não fazia a mínima ideia do que se tratava esse livro, fui as cegas, e me deparei com assuntos que me incomoda profundamente, que são a violência contra mulher e os relacionamentos abusivos. Mas a maneira como a Colleen escreveu essa história foi muito diferente, você consegue entrar no lugar da vítima e entender o porque de certas atitudes dela, você também se encanta pelo agressor e acredita que ele pode mudar e isso é tão dolorido, mas você acaba deixando de apontar o dedo e isso é um soco no estômago.

A escrita da Colleen continua maravilhosa, eu devorei as 300 e poucas páginas e por mim se tivesse mais 300 eu leria. Principalmente, porque eu queria saber mais sobre o Atlas e eu acho que a autora poderia ter desenvolvido melhor o relacionamento dele com a Lily. Eu sei que a história era mais sobre Lily e Ryle, mas acho que a partir do momento que temos essa terceira ponta ela precisa ser mais bem desenvolvida.

Esse livro é um dos melhores da Colleen com certeza, mas não ganhou o lugar de favorito na minha lista, acho que ele está em 3º ou 4º lugar. Pra mim é um livro essencial por tratar de um assunto que precisa ser discutido e que tratou de uma forma muito delicada e eficaz, mas queria mais de Atlas e Lily.

Até o próximo post!

TBR de Novembro

5.11.17

Até o próximo post!

Resenha: Corte de Asas e Ruína

4.11.17
Sinopse: "O terceiro volume da série best-seller Corte de Espinhos e Rosas, da mesma autora da saga Trono de Vidro em “Corte de Asas e Ruína" a guerra se aproxima, um conflito que promete devastar Prythian. Em meio à Corte Primaveril, num perigoso jogo de intrigas e mentiras, a Grã-Senhora da Corte Noturna esconde seu laço de parceria e sua verdadeira lealdade. Tamlin está fazendo acordos com o invasor, Jurian recuperou suas forças e as rainhas humanas prometem se alinhar aos desejos de Hybern em troca de imortalidade. Enquanto isso Feyre e seus amigos precisam aprender em quais Grãos-Senhores confiar, e procurar aliados nos mais improváveis lugares. Porém, a Quebradora da Maldição ainda tem uma ou duas cartas na manga antes que sua ilha queime."

Chegamos ao capítulo final da história de Feyre e Rhysand, mas não de Prythian. "Corte de Asas e Ruína" é o terceiro livro da série Corte de Espinhos e Rosas, que terá outros livros, mas que irão focar em outros personagens da histórias. O livro começa após a Feyre ter sido levada por Tamlin de volta a Corte Primaveril, que só conseguiu isso por se aliar a Hybern e iniciar uma guerra.

Feyre está cheia de ódio pelo que Tamlin fez a ela e sua família e precisa fingir que está tudo bem para poder se vingar. Enquanto isso a Corte Noturna tenta unir forças para poder combater Hybern. Ou seja, esse livro tem um começo de  preparação, como todos livros em que temos um confronto final. Então as primeiras cento e poucas páginas, além de intrigas e articulações, mas sem se tornar um livro arrastado, pelo contrário, a gente quer saber o que vai acontecer e devora as páginas. E quando finalmente a batalha chega é incrível, Sarah J. Maas sabe mesmo escrever cenas de ação, me senti em meio a lama e o sangue enquanto lia o confronto entre Hybern e as cortes.

A autora faz um quebra cabeças de história, com os diversos personagens desse mundo que ela criou, deixando várias pontas soltas para os próximos livro. porém a história de Feyre e Rhysand, tem um ponto final. Depois de uma longa jornada que começou lá atrás sob a montanha e foi se desenvolvendo até se tornar amor. A autora  deu um show de relacionamento maduro e saudável, sambando na cara do amor doentio de Tamlin em Corte de Espinhos e Rosas.

Pra mim o ponto forte do livro é o Rhysand, que personagem incrível, a maneira como ele sabe empenhar cada papel para conseguir o que precisa, para ajudar as pessoas ou defender quem ama. A maneira como ele coloca Feyre como sua parceira e não apenas como "sua mulher" é muito bonita. E quando ele mostra que mesmo sendo um dos grão feéricos mais forte ele ainda é sensível. Parabéns Sarah J. Maas por não perpetuar personagens masculinos abusivos.

Esse livro está incrível, com doses certas de romance, humor, ação, mas faltou um pouquinho de desapego da Sarah na hora da guerra, porque ela deu uma de roteirista de Game of Thrones e só matou personagens aleatórios. Afinal, guerra é guerra, não tem como tudo sair lindo e maravilhoso. Mas no mais amei, virou um queridinho e já quero os próximos livros.


Até o próximo post!

Resenha: Senhor das Sombras

18.9.17
Sinopse: "A ensolarada Los Angeles pode ser um lugar sombrio na continuação de Dama da Meia-Noite, de Cassandra Clare. Emma Carstairs finalmente conseguiu vingar a morte dos pais e pensou que com isso estaria em paz. Mas se tem uma coisa que ela não encontrou foi tranquilidade. Dividida entre o amor que sente pelo seu parabatai Julian e a vontade de protegê-lo das graves consequências que um relacionamento entre os dois pode trazer, ela começa a namorar Mark Blackthorn, irmão de Julian. Mark, por sua vez, passou os últimos cinco anos preso no Reino das Fadas e não sabe se um dia voltará a ser o Caçador de Sombras que já foi. Como se não bastasse, as cortes das fadas estão em polvorosa. O Rei Unseelie está farto da Paz Fria e decidido a não mais ceder às exigências dos Nephlim. Presos entre as exigências das fadas e as leis da Clave, Emma, Julian e Mark devem encontrar um modo de proteger tudo aquilo que mais amam — juntos e antes que seja tarde."

"Senhor das Sombras" é o segundo livro da trilogia Os Artifícios das Trevas da Cassandra Clare e se passa alguns anos depois da Guerra Maligna retratada em Os Instrumentos Mortais. Nesses livros acompanhamos a família Blackthorn e Emma Castairs, que ficaram órfãos depois que os caçadores de sombra tiveram que enfrentar Sebatian Morgernstern. Emma é parabatai de Julian Blackthorn, mas os dois estão apaixonados um pelo outro, o que é proibido pela Clave.

Eu gostei muito de Dama da Meia-Noite, primeiro livro, mas nesse segundo a sensação que tive foi que só serviu para preencher espaço, e bota preencher nisso, afinal, o livro tem 589 páginas. Depois de tudo que aconteceu antes, Emma descobrir que amar o parabatai é uma maldição, Malcom Fade ressuscitar Annabel, ser assassinado, Mark conseguir ficar com sua família e a aparição do namorado de Cristina, vem esse segundo livro e a autora não resolveu nada, pleo contrário nos trouxe mais problemas e aí eu fico pensando o tamanho que terá o terceiro último livro, ou se ela vai fazer como em Os Instrumentos Mortais e transformar a trilogia em série.

Claro, que o livro não é de todo mal, pelo contrário, Cassandra continua escrevendo muito bem, seus personagens são sempre bem construídos, o universo que ela cria é sempre mágico e luminoso e ela consegue fazer plot twists como ninguém. Devorei esse livro, não com tanta fome como o primeiro, ms havia algo ali, em meio a todas aquelas aventuras, mas foi um caso de livro com muitos acontecimentos em que não acontece nada.

Outro ponto positivo é a diversidade das personagens da Cassandra que mais uma vez trouxe representatividade para suas histórias de fantasia. Gosto também que ela mostrou que poemos ter caçadoras de sombra tão incríveis quanto caçadores, adorei quando ela disse que Emma tinha uma quedinha por Jace, mas depois ela queria ser como ele. Ponto positivo para Cassie.

Agora vamos falar sobre o drama, que essa autora sabe faze um como ninguém, e o nosso casal principal, Julian e Emma, continuam a sofrer e é impossível não se  solidarizar com os dois. Amo as cenas de amor dos dois, principalmente a entrega do Julian. Mas o drama não fica apenas para os personagens desta série, não, ela resolveu mexer com Clary e Jace, Magnus e até mesmo com a Tessa, e eu só fico pensando se ela vai ter coragem de executar algum deles e que se isso acontecer vai ser muita crueldade.

No geral "Senhor das Sombras" é um bom livro, mas ela poderia ter desatado alguns nós e deixado poucas revelações para o último livro. E seu tão conhecido final surpreendente foi muito cruel dessa vez, até porque estava gostando de um certo núcleo de personagens e imagino o que os acontecimentos finais vai fazer com ele. Aguardando o próximo livro pra ver qual é.

Até o próximo post!

TBR de Setembro 2017

3.9.17

Até o próximo vídeo!

Agora que sou crítica - Design e Desenvolvilmento por Lariz Santana