Mostrando postagens com marcador série. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador série. Mostrar todas as postagens

Vídeo: Eu assisti Bom Dia, Verônica

16.10.20

 Eu assisti Bom dia, Verônica, adaptação do livro de mesmo nome escrito pelo Raphael Montes e a Ilana Casoy. Um thriller viciante com um serial killler brasileiro.

Até o próximo post!

Série: Emily in Paris

8.10.20

 

Estreou esta semana na Netflix a série "Emily in Paris", do mesmo criados de Sex and the City (que eu já contei por aqui que é uma das minhas séries preferidas), que acompanha a jovem Emily, interpretada pela Lilly Collins, que vai trabalhar e viver em Paris.

A Emily é formada em marketing e foi para a França trabalhar em uma agência focada em clientes de luxo. Ela está  super empolgada e cheia de ideias para usar as novas mídias sociais, porém, ela leva um balde de água fria, porque seus colegas franceses a acham caipira e nada sofisticada.
Apesar de não ser bem recebida pelos franceses a protagonista se apaixona pela cidade luz e tudo o que ela tem a oferecer. E aos poucos vai conquistando amigos, aprendendo muita coisa e ensinando também aos colegas de trabalho.
A série é lindíssima, cheia de figurinos maravilhosos e takes incríveis de Paris, dá vontade de pegar um avião e ir viver naquele lugar. Mas também dá um pouco de medo de ir até a França, uma vez que os franceses são retratados como pessoas um pouco grosseiras com os forasteiros. Inclusive, essas são as maiores críticas que a série vem sofrendo, a estereotipação. Mas pra mim, que nunca conheci os franceses, não fiquei incomodada.
Além de ser muito focada no trabalho, Emily se envolve em muito romances, afinal, ela está na cidade do amor. A mulher conhece todo tipo de homem e se esbalda nos amantes franceses, mas acaba se apaixonando por um que ela não pode ter, Gabriel, seu vizinho bonitão.
"Emily in Paris" é daquelas séries despretensiosas, com um figurino incrível, cheia de romances, para os órfãs de séries como Sex and the City, Gossip Girl e do filme O Diabo Veste Prada. Ela é curtinha e você não vai conseguir parar de assistir e quando terminar vai implorar para a Netflix lançar logo a próxima temporada. Daquelas séries para relaxar a cabeça e se divertir.
Até o próximo post!










Resenha: Os Testamentos

20.7.20
"O Conto da Aia" da Margaret Atwood foi lançado em 85, e desde essa época os leitores questionavam a autora sobre qual tinha sido do fim de Gilead e o que aconteceu com Offred, mas foi só em 2019 que ela lançou "Os Testamentos" e respondeu essas questões.

"Os Testamentos" vai se passar 15 anos depois do primeiro livro e vai narrar como foi a queda de Gilead. Diferente do anterior, esse livro é narrado por 3 personagens, e nenhuma  delas é uma aia. Vamos acompanhar a história pela narração da Tia Lydia, Daisy e Agnes. As três personagens estão inseridas em contextos diferentes, Tia Lydia faz parte do sistema opressor de Gilead, Daisy é uma menina que nasceu no Canadá e Agnes uma jovem filha de um comandante.

Com a narração da Tia Lydia podemos entender mais do porquê de aquela mulher aceitar um cargo de tia, cargo esse que consiste em torturar, vigiar e denunciar outras mulheres, vamos descobrir quem ela era antes de Gilead. E não vou dizer que você vai passar a aceitar o que ela fez, mas você a compreende.

Apesar de gostar muito de "O Conto da Aia", acho aquela história mais lenta do que essa, no primeiro livro ficamos acompanhando apenas o dia a dia daquela aia, e é muito angustiante, já em "Os Testamentos", com mais de um ponto de vista, temos mais informações e muita coisa acontece, fazendo com que a leitura flua muito melhor.

Confesso que quando vi que a autora ia lançar um segundo livro, fiquei apreensiva com o rumo da história, mas adorei o livro e devorei suas mais de 400 páginas em poucos dias. Esse segundo livro veio não apenas responder dúvidas, mas também aliviar toda a dor, foi como um bálsamo por todo sofrimento que tivemos de ver Offred passar. Terminei o livro maravilhada com o poder da escrita da Margaret Atwood e com vontade de assistir a segunda temporada de "The Handmaid's Tale".

Até o próximo post!





Dorama: Itaewon Class

25.6.20
Recentemente eu assisti mais um dorama original Netflix, o Itaewon Class, que de longe é um dos melhores doramas que eu já assisti, inclusive, grandes chances dele ter se tornado "o melhor".


Itaewon Class vai contar a história de Park Saeroyi que é um garoto muito introvertido que sonha ser policial, ele vive com o pai, que acaba de ser transferido para outra filial da empresa que trabalha, a Jangga. Por isso, Saeroyi vai estudar numa nova escola, onde ele se mete em uma briga com o filho do dono da empresa que seu pai trabalha, causando a demissão do mesmo. A partir daí tudo dá errado para o garoto e depois de uma série de acontecimentos (que eu não vou contar para não dar spoiler) ele acaba preso. Na cadeia ele bola um plano para se vingar de todos da família Jang e destruir a Jangga.
O dorama tem uma linha do tempo bem longa, se passa em 15 anos, desde a adolescência do Saeroyi até os seus 30 e poucos anos, quando ele funda o bar Dan Bam. Nós vamos acompanhando ele em sua jornada para se tornar um grande empresário e todos os embates com a Jangga, e isso tem demais, porque o presidente tenta prejudicá-lo durante toda a história.
E aí você deve estar pensando que é apenas uma história sobre vingança sem nenhum romance, e você está muito enganado. Itaewon Class tem muito romance sim, tem triângulo amoroso que vira quadrado amoroso e no fim já é um pentágono amoroso (eu não estou brincando). Saeroyi ama seu primeiro amor por anos, a Oh Soo-ah, que também é alvo da paixão de Geu-won (herdeiro da Jangga). Apesar de Soo-ah amar Saeroyi também os dois nunca tiveram nada (aí você vai ter que assistir pra entender). E em meio a isso tudo surge Jo Yi-seo, uma influencer super desencantada com a vida que acaba se interessando por Saeroyi e decide ajudá-lo na sua vingança. E por fim tem o melhor amigo da Yi-seo que nutre uma paixãozinha por ela. Como eu disse, pentágono amoroso.
Itaewon Class fala muito sobre amizade e apoiar seus amigos, independente do que seja. Saeroyi tem fortes laços com os funcionários de seu bar, que foram amigos que ele foi conquistando durante a vida. Apesar de estar em busca de vingança, ele não passa por cima dos seus amigos para conseguir o que quer e dá várias lições incríveis.
Pra mim o ponto mais forte desse dorama é o Park Saeroyi, finalmente um dorama em que o personagem masculino não é um babaca. Ele é um cara incrível que está sempre ajudando as pessoas e se sacrificando. Ele é o típico bom rapaz, um filho dedicado e amoroso, um amigo companheiro, um grande líder, dedicado e muito trabalhador. E na parte amororosa ele também é incrível (esse vocês podem querer como oppa, eu deixo). O ator que o interpreta é muito bom, já tinha assistido um dorama com ele, o A Witch's Romance (engraçado que nesse ele era bem novinho, quase não reconheci), me encantei de vez e já quero ver tudo que ele fizer.
Mas além de um personagem masculino maravilhoso, temos uma personagem feminina forte e que mostra a que veio. Jo Yi-seo é incrível e de cara já gostei dela. Ela não tem medo de falar o que pensa, enfrenta quem precisar, é determinada e cheia de defeitos também, o que pra mim, fez ela ser ainda mais encantadora (fora o seu figurino que é perfeito).

Mas afinal, por que esse é o melhor dorama?
Além de tudo isso que eu já citei anteriormente, Itaewon Class é o dorama mais diverso que eu já assisti, temos uma trans e um negro. Eu achei genial!!!! Um dorama que foge total dos padrões dorameiros, sem precisar de um romance com um cara arrogante, cheio de pessoas muito parecidas fisicamente e uma história sem muito a acrescentar. Itaewon Class tem um enredo incrível e personagens muito cativantes e diversos, que me fez rir e preciso confessar, até mesmo chorar. Mesmo que você não goste das séries asiáticas eu acho que vale a pena assistir, tenho certeza que vai amar.

Obs: A trilha sonora desse dorama também é incrível, fiquei viciada!

Até o próximo post!


Dorama: Cheese in the Trap

19.3.20

Hoje vim falar de mais um dorama disponível na Netflix, e o da vez é o "Cheese in the trap", que vai acompanhar Hong Seol, uma jovem dedicada ao trabalho e aos estudos que acaba se envolvendo com o cara mais popular da faculdade, Yoo Jung. Parece um enredo clichê, mas essa história tem alguns detalhes que fazem com que ela saia do óbvio, mas isso não quer dizer que é bom.


A protagonista do dorama, Seol, é daquelas pessoas que todos se aproveitam e  Jung é uma figura muito misteriosa e até mesmo assustadora. Os dois no começo não se dão muito bem, porque Seol acaba se envolvendo em uma confusão que ela acredita ser culpa de Jung. Mesmo com esse começo tumultuado, aos poucos os dois vão se envolvendo e acabam se apaixonando, mas DEUSMELIVRE afirmar que esse relacionamento é saudável. Yoo Jung é um cara muito manipulador, muitas vezes cruel e frio, e o relacionamento dele e da Hong Seol é muito estranho, cheio de mal entendidos, falta de comunicação e muita dependência.
E em meio a esse relacionamento amoroso estranho, surge a terceira parte do triângulo amoroso, afinal, dorama que é dorama tem que ter. Baek Inho era amigo de infância de Jung e hoje nutre um ódio por ele, que nós só vamos entender o motivo lá pro final da história. Ele acaba se aproximando de Seol, primeiro como amigo, mas acaba se apaixonando por ela. A relação deles é muito bonitinha e Inho (diferente de Jung) é muito carinhoso e preocupado com ela.
Mas Inho não é o único que surge para atrapalhar o romance do casal principal, junto com ele surge sua irma Baek Inha, uma jovem que gosta de esbanjar, não trabalha ou estuda e é sustentada pelo pai de Jung. Nunca tinha visto essa atriz, mas achei ela muito engraçada, muito cheia de caras e bocas e meio doidinha.
Porém esse dorama não vai se focar só nos romances, pelo contrário, ele vai retratar temas muito pesados como abuso sexual, sociopatia, violência doméstica, obsessão e stalker. Sério, eram tantas pessoas horríveis que cruzavam o caminho da Seol e que queriam fazer mal pra ela, que assistir o dorama era muito difícil, por causa do clima pesado.
"Cheese in the trap" tem uma história pesada, que em muito momentos é cansativa, e um romance que me incomodou bastante, não conseguia torcer para o casal, ficava sempre pensando: "Seol, larga esse homem, ele é cilada". O final me incomodou bastante e particularmente não indico assistir, só assista se quiser conhecer um ator lindo, porque Inho é maravilhoso e foi a única coisa que eu gostei em toda essa história.
Até o próximo post!

Dorama: Primeira Vez Amor

30.1.20


Hoje, pela terceira vez seguida, vim falar de dorama por aqui, e o de hoje também está disponível no Netflix. Em "Primeira Vez Amor" Yun Tae-o ganha uma casa quando completa 20 anos, mas quando ele menos espera essa vida de morar sozinho chega ao fim. quando três amigos se metem em encrenca e precisam ficar na casa dele.


"Primeira Vez Amor" é um dorama de duas temporada, na primeira vemos todos os personagens se acostumando a morarem juntos e seus relacionamentos amorosos. Já a segunda é muito mais sobre família, amor e amizade.

Nesse drama asiático temos como personagens principais dois melhores amigos desde a infância que sempre deram suporte um ao outro, mas que nunca se envolveram romanticamente, mas depois que ela vai morar na casa dele e começa a se envolver com outro rapaz as coisas começam a ficar estranhas. O plot não é muito original e ficarmos uma temporada inteira com a mocinha se envolvendo com o terceiro lado do triângulo para no final jogar tudo pro alto pra ficar com outro, não é a minha história preferida, mas...


Particularmente eu achei esse drama muito lento, as coisas demoram a acontecer e quando acontecem são tão mornas que o clima até se perde. Não só o romance principal é lento, como os personagens secundários não encantam e trazem pouco alívio cômico.

"Primeira Vez Amor" é de longe o dorama mais fraquinho que já assisti, que além de não me encantar, me deixou com vários questionamentos que não foram respondidos (será que teremos uma terceira temporada?). Daqueles dramas que você pode deixar passar.

Até o próximo post!

Dorama: Romance is a Bonus Book

16.1.20
Hoje eu vim falar sobre "Romance is a Bonus Book", um dorama que está disponível na Netflix. Romance que tem como pano de fundo uma editora e que ganhou meu coração com seus personagens apaixonados por livros.

"Romance is a Bonus Book" vai acompanhar Kang Dan-i e Cha Eun-ho, dois amigos de infância que começam a ser conectar ainda mais depois de Dan-i passa por uma situação ruim em sua vida, buscando trabalho, sem casa, com a filha estudando longe e com o coração partido. Eun-ho resolve ajudá-la, afinal, ele sempre nutriu uma paixão por ela. Basicamente é esse o enredo da história (sem dar spoilers).


Esse dorama é bem triste nos primeiros capítulos quando acompanhamos Dan-i tomando várias porradas da vida e mesmo assim não desistindo de correr atrás de trabalho para poder sustentar a filha. Mas não é apenas tristeza,  tem muita comédia e romance, é claro.


A história é diferente da grande maioria, porque temos aqui o núcleo central de personagens acima dos 30 anos, com preocupações como divórcio, problemas financeiros, filhos, solidão. É um drama muito maduro que eu tenho certeza que talvez não agrade aos fãs de histórias mais leves, com personagens ainda na escola ou faculdade.


O romance desse drama também é bem diferente, porque Dan-i é bem mais velha que o Eun-ho, mas pra quem assistiu I Need Romance 3 e A Witch's Romance e gostou, não vai se importar. Ele é apaixonado por ela há muito tempo e  ela vai começar vê-lo como um interesse amoroso, mas não antes de  termos chance de ver um triângulo amoroso.


Esse dorama foi muito especial pra mim, porque mostra o dia de uma editora de livros, eles falam sobre capas, lançamentos, mercado editorial, o sonho de consumo de uma viciada em livros como eu.


Além da história do romance, temos ainda um mistério envolvendo um escritor que desapareceu misteriosamente. Os fãs acreditam que ele se retirou por um tempo, mas que voltará com um livro incrível. Gostei muito dessa parte também, achei que deu um gás na história.


"Romance is a Bonus Book" termina, mas não tem um final muito conclusivo, por isso eu imagino que teremos mais uma temporada (OREMOS!).


Até o próximo post!

Resenha: Pequenas Grandes Mentiras

16.7.19
Sinopse: "Todos sabem, mas ainda não se elegeram os culpados. Enquanto o misterioso incidente se desdobra nas páginas de Pequenas grandes mentiras, acompanhamos a história de três mulheres, cada uma diante de sua encruzilhada particular. Madeline é forte e passional. Separada, precisa lidar com o fato de que o ex e a nova mulher, além de terem matriculado a filhinha no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline, parecem estar conquistando sua filha mais velha. Celeste é dona de uma beleza estonteante. Com os filhos gêmeos entrando para a escola, ela e o marido bem-sucedido têm tudo para reinar entre os pais. Mas a realeza cobra seu preço, e ela não sabe se continua disposta a pagá-lo. Por fim, Jane, uma mãe solteira nova na cidade que guarda para si certas reservas com relação ao filho. Madeline e Celeste decidem fazer dela sua protegida, mas não têm ideia de como isso afetará a vida de todos. Reunindo na mesma cena ex-maridos e segundas esposas, mães e filhas, bullying e escândalos domésticos, o romance de Liane Moriarty explora com habilidade os perigos das meias verdades que todos contamos o tempo inteiro."

"Pequenas Grandes Mentiras" já estava na minha lista de livros que quero ler há muito tempo, a vontade de ler aumentou ainda mais com o lançamento da série baseada no livro da Liane Moriarty, com um elenco incrível. Porém eu fiquei procrastinando e ele se perdeu naquela imensidão de livros que tenho na listinha de desejados. Mas com o lançamento da segunda temporada resolvi dar uma chance para a série e foi assistir os primeiros 4 episódios de uma vez, precisei pegar o livro para ler e MEUDEUSDOCÉU que livro incrível.

O livro vai narrar os acontecimentos da cidade de Pirriwee, na Austrália, uma cidade pequena que está chocada com uma morte durante o evento da escola local. A história vai se alternar em depoimentos de algumas pessoas e a narração dos acontecimentos. Como personagens principais estão 5 mulheres, Madeline, Celeste, Jane, Renata e Bonnie, que tem filhos que estudam na mesma classe e escola. As famílias dessas mulheres são diferentes, mas um dos pontos em comum entre elas são os problemas, cada uma lida com um problema diferente. "Pequenas Grandes Mentiras" é um livro sobre problemas familiares.

A escrita da Liane Moriarty é deliciosa e viciantes, devorei o livro em uma semana, querendo descobrir quem tinha morrido no concurso de perguntas e quem fora o responsável por aquela morte. A autora conseguiu levar o mistério até o final e conseguiu surpreender até mesmo eu, que já tinha uma desconfiança sobre quem era a vítima. 

As personagens do livro são bem construídas, cheias de camadas e reais. Eu como mulher consegui me identificar muito com elas, mesmo ainda não enfrentando o tipo de coisas que elas enfrentam na história. É muito interessante a maneira que a autora mostra o quanto é difícil criar os filhos, sendo você apenas dona de casa ou uma mulher que trabalha fora e claro a dificuldade dos relacionamentos amorosos também.

"Pequenas Grande Mentiras" é um livro incrível, instigante e que vai alertar muitas pessoas sobre os problemas que acontecem nas famílias. Uma leitura deliciosa que pode ser complementada vendo a série e TV que está fantástica também. 

Até o próximo post!

Resenha: O Festim dos Corvos

14.1.19
Sinopse: “Dando continuidade à saga mais ambiciosa e imaginativa desde O Senhor dos Anéis, As Crônicas de Gelo e Fogo prosseguem após o violento triunfo dos traidores. Enquanto os senhores de Norte lutam incessantemente uns contra os outros e os Homens de Ferro estão prestes a emergir como uma força implacável, a rainha regente Cersei tenta manter intacta a força dos leões em Porto Real. Os jovens lobos, sedentos por vingança, estão dispersos pela terra, cada um envolvido à sua maneira no perigoso jogo dos tronos. Arya abandonou Westeros rumo a Bravos, Bran desapareceu na vastidão enigmática para além da Mulralha, Sansa está nas mãos do ambicioso e maquiavélico Mindinho, Jon Snow foi proclamado comandante da Muralha, mas tem que enfrentar a vontade férrea do rei Stannis. No meio de toda a intriga, do outro lado do mar começam a surgir histórias sobre dragões e fogo... Quando Euron Greyjoy consegue ser escolhido como o rei das Ilhas de Ferro, não são apenas essas ilhas que tremem. Olho de Corvo tem como objetivo declarado conquistar Westeros. E seu povo parece acreditar nele. Mas conseguirá Olho de Corvo cumprir seu objetivo? Em Porto Real, Cersei enreda-se cada vez mais nas teias da corte. Desprovida de apoio da família e cercada por um conselho que ela mesma considera incapaz, precisa lidar ainda com a ameaçadora presença de uma nova corrente militante da Fé. Como se desvencilhará de tal enredo? A guerra está prestes a terminar, mas as terras fluviais continuam assoladas por bandos de salteadores. Apesar da morte do Jovem Lobo, Correrrio ainda resiste ao poderio dos Lannisters, e Jaime parte para conquistar o baluarte dos Tully. O mesmo Jaime que jurara solenemente a Catelyn Stark não voltar a pegar em armas contra os Tully ou os Stark. Mas todos sabem que o Regicida é um homem sem honra. Ou será que estão todos errados?”

Cheguei ao 4º livro das Crônicas de Gelo e Fogo, e depois do espetacular “Tormenta de Espadas”, comecei a leitura de “Festim dos Corvos” apreensiva, sem saber como seria esse livro e quais acontecimentos seriam narrados nesta história, afinal, George Martin dividiu as narrações e neste volumes teríamos apenas o ponto de vista de quem estava em Westeros, Sansa, Arya, Brienne, Cersei, Jaime e Sam. Nada de Daenerys, Jon ou Tyrion, meus personagens preferidos. Mas apesar de toda apreensão e a falta de alguns personagens, este livro me surpreendeu positivamente.

Como já disse, esse livro não tem meus três personagens preferidos, porém outros ganharam destaque, como Brienne que é responsável pelos melhores capítulos de Festim, Cersei que teve a melhor reviravolta e Sansa que finalmente começou a amadurecer. Essas três personagens femininas com personalidades completamente diferentes uma das outras, mostraram que são ativas participantes do jogo dos tronos. 

Além de personagens já conhecidos temos também um ponto de vista de Dorne, da princesa Arianne, filha de Doran Martell e a narrativa dela vai te levando para caminhos surpreendentes e fecha a história com um gostinho de quero mais.

Enquanto uns foram bem desenvolvidos, outros não fizeram nada demais, o que foi o caso da Arya, tal como na série achei toda essa história dela da casa do Preto e do Branco uma chatice sem tamanho e espero que nos próximos livros isso se desenrole mais rápido. 

A leitura desse livro foi muito mais fluída do que a dos dois primeiros, mas um pouco mais lenta que a do terceiro, porém acredito que este quarto livro pode entrar no TOP 3. Porque apesar de ter apenas parte dos personagens, especulações envolvendo os demais deixam a história intrigante e nos faz desejar ler o próximo livro.

“Festim dos Corvos” termina seus capítulos como só George Martin sabe fazer, cheio de reviravoltas e mistérios. Provando que o autor não brinca em serviço e que tem grandes planos para a conclusão de As Crônicas de Gelo e Fogo. 

Até o próximo post!

Segunda Temporada de Anne with an E

16.9.18
Até o próximo post!

Dorama: Oh My Ghost

25.2.18
Sinopse: "A vida de Na Bong Suh muda completamente quando é possuída por uma fantasma que gosta de seduzir homens."

Raramente comento de doramas por aqui, tem épocas que fico um bom tempo sem ver as "novelas" coreana, porém tento sempre falar sobre o mais recente que assisti. Mas o mais interessante é que os posts de doramas são os mais visualizados aqui do blog. Acredito que isso aconteça porque esse estilo de série tem entrado muito na Netflix e por falar neles, o drama de hoje foi assistido através deles.

Desde que comecei a me aventurar no mundo das séries coreanas vi uma vez ou outra alguém comentando sobre "Oh My Ghost", mas sempre lia a sinopse e ela não me pegava. Então um dia zapeando na Netflix resolvi dar uma chance para ele e MEUDEUS! Um dos melhores doramas que já assisti.

Bong-sun é ajudante no restaurante Kang Sun-woo, por quem ela nutre uma paixão secreta. Porém a garota só desperta a pena do famoso chef, por não consegui se concentrar na tarefas, porque a jovem consegue ver fantasmas. Um dia Bong-sun é possuída por uma fantasma que acredita estar presa na terra por ser virgem, então a vida da ajudante vira de cabeça pra baixo.


O dorama a primeira vista pode parecer apenas mais uma comédia romântica, mas não, "Oh My Ghost" acaba se tornando um grande mistério e por que não, uma espécie de história de terror. Isso mesmo, nos primeiros episódios vamos ter muita cena engraçada, depois o romance toma conta, aí o mistério começa a aparecer e os momentos finais são cheios de muito ação e uma cena de aterrorizar.


Os personagens deste drama são incríveis e os atores também estão maravilhosos. Gosto desde os coadjuvantes como a xamã Seobinggo, os caras do restaurante (que me arrancaram várias risadas dançando BIGBANG), a mãe do chef, o chef que é oppa muito maravilhoso, mas a menção honrosa vai para a atriz que faz a Bong-sun, que conseguia ser duas pessoas, e o policial Choi que também conseguiu desempenhar seu papel espetacularmente.


O romance da história é espetacular, porque comparado a todos os outros k-dramas, temos aqui beijos muito mais reais, deixando o envolvimento do casal mais natural e muito mais envolvente. Fora que aqui temos vários passos de uma relação, fugindo muito do estilo de doramas que o casal mal se toca.


Não tenho mais o que dizer sobre "Oh My Ghost" que não atrapalhe a experiência que é assistir esse dorama. Apenas, assistam essa maravilha na Netflix, porque até minha irmã que não curte ficou viciada e disse que tão cedo vai consegui assistir outra série.



Até o próximo post!

Você precisa assistir "Anne with an E"

28.1.18

Até o próximo post!

Dorama: Good Morning Call

28.11.17
Sinopse: "Ela conseguiu seu próprio apartamento, mas terá que dividi-lo com o garoto mais popular da escola e ninguém pode saber que eles moram juntos."

Good Morning Call é um dorama disponível na Netflix, que vai contar a história da Nao Yoshikawa que consegue alugar um ótimo apartamento para conseguir morar na cidade e estudar, uma vez que seus pais moram no interior, mas ela acaba sendo vítima de um golpe e tem que dividir o apartamento com Hisashi Uehara, o cara mais popular do colégio. De primeira os dois não se dão bem por serem totalmente diferente um do outro, mas com o tempo eles vão se aproximando.


A Nao é uma garota sonhadora, meio sem noção, mas cheia de amigos e muito fofinha (como quase 90% da população feminina dos doramas). E Uehara é trabalhador e inteligente, mas muito frio. O romance demora acontecer, exatamente por causa da personalidade deles e pelos vários pretendentes da Nao (que na minha opinião dão de mil no Uehara tanto em aspectos físicos quanto emocionais). 

O drama foca principalmente no relacionamento de Nao e Uehara, mas os outros personagens também tem histórias paralelas, que em alguns momentos esbarram na história principal. Como Uehara era um poço de grosseria era impossível não se encantar pelos demais personagens e ter vontade de socar a mocinha, pra vê se ela acordava. 
 
A história é cheia de reviravoltas e sempre que a gente acha que as coisas vai melhorar acontece alguma coisa pra ferrar, geralmente com a pobre da Nao. Mas claro, que como todo bom dorama Good Morning Call é bem engraçado e me arrancou várias gargalhadas (principalmente quando a cunhada do Uehara ficava bêbada). 


Good Morning Call é uma ótima opção para quem quer começar com os doramas, por ter uma história bem clássica, garota bobinha que derrete o coração de gelo do galãzinho. Com romance, humor e drama na medida certa (ou na medida oriental). E amanhã saí na Netflix a segunda temporadas, que vai acompanhar Nao e Uehara na faculdade. Então você pode pegar essas duas maratonar. 
 
Até o próximo post!

Agora que sou crítica - Design e Desenvolvilmento por Lariz Santana