14 outubro 2013

Resenha: Liberta-me

Depois de duas semanas sem muitas atualizações no blog a resenha de segunda tá de volta, e a resenha de hoje vai falar de um livro que tem o melhor "vilão" da vida, Liberta-me.


Sinopse: "Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette. Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor. A bela escrita de Tahereh Mafi está de volta ainda mais vigorosa e extasiante."

Antes de falar do enredo do livro preciso dizer que a capa de "Liberta-me" é horripilante, eu já não sou muito fã de capas com rostos de pessoas, e essa além de ter rosto de pessoas é basicamente um zoom da foto do primeiro livro.

Juliette está em liberdade agora, mas uma liberdade bem restrita já que ela está escondida no que para mim é a cópia do Instituto do Professor Xavier de X Men, algo que me incomodou bastante, já que achei muita viagem esses super poderes. Mas Juliette está mais ou menos feliz, porque está longe de Warner e de todas as atrocidades do Restabelecimento, porém ela não consegue esquecer o que fez para se livrar do jovem vilão (acho que ela gostou bastante de sua tentativa de fuga), e tem medo de que Adam descubra.

O romance entre Juliette e Adam não vai muito bem nesse novo livro, até que Tahereh Mafi decide jogar uma bomba na cabeça dos dois, e agora o casal não pode ficar junto. É nesse momento que o, até então, abominável Warner aparece para tomar o lugar de Adam ou para simplesmente confundir Juliette. Nessa segunda parte o meu personagem preferido (já tinha dito isso na resenha de Estilhaça-me) consegue mostrar seu verdadeiro eu debaixo de toda aquela crueldade e frieza, Warner é loucamente apaixonado e obcecado por Juliette, e ela começa a perceber que o monstro que ela sempre temeu tem mais em comum com ela do que poderia imaginar. E quando a mocinha resolve deixar que Warner rompa algumas barreiras entre os dois, MEUDEUS! é incendiante, os dois possuem uma química muito maior do que ela tinha com Adam.

Uma vez que Warner prova que não é o grande vilão, entra em cena o seu pai, que é um vilão com V maiúsculo, gosto de antagonistas como esse que são malvados de verdade e que sabem como destruir tudo a sua volta. Estou ansiosa para ver qual será o próximo passo dele e o seu final.

Em "Liberta-me" a Tahereh  consegue bagunçar de vez a vida de Juliette com todas novas descobertas e surpresas, e a protagonista continua se mostrando indecisa e se fazendo de pobre coitada, o que é insuportável, já que eu quero mais ação do que choradeira. Espero que no próximo livro ela acorde para a vida e seja mais decidida e forte.

Gostei bastante dessa segunda parte da trilogia, que reacendeu minha esperança de que Juliette escolha Warner e que incendiou de vez o enredo da distopia. Espero que a autora continue nesse mesmo caminho e que termine essa estória unindo todas as pontas soltas que ela criou em Liberta-me.

Boa Leitura!
Até o próximo post!

2 comentários:

  1. Oi Mey quanta coincidência!!!! Estava á procura de resenhas dessa trilogia pois estou empolgadissima para começar a ler. Fui fazer uma pesquisa rápida e encontrei seu blog, que por sinal, é show de bola! Muito legal, parabéns! Abraço!

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    Respostas
    1. Oi Marcely, que coincidência mesmo. Leia sim, porque ela é ótima.
      Obrigada, volta sempre, que toda semana tme resenha.
      Beijo

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