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Resenha: Outlander - O Resgate no Mar - Parte 1

22.1.18
Sinopse: "Há vinte anos Claire Randall voltou no tempo e encontrou o amor de sua vida – Jamie Fraser, um escocês do século XVIII. Mas, desde que retornou à sua própria época, ela sempre pensou que ele tinha sido morto na Batalha de Culloden. 
Agora, em 1968, Claire descobre, com a ajuda de Roger Wakefield, evidências de que seu amado pode estar vivo. A lembrança do guerreiro escocês não a abandona… seu corpo e sua alma clamam por ele em seus sonhos. Claire terá que fazer uma escolha: voltar para Jamie ou ficar com Brianna, a filha dos dois. 
Jamie, por sua vez, está perdido. Os ingleses se recusaram a matá-lo depois de sufocarem a revolta de que ele fazia parte. Longe de sua amada e em meio a um país devastado pela guerra e pela fome, o rapaz precisa retomar sua vida. 
As intrigas ficam cada vez mais perigosas e, à medida que tempo e espaço se misturam, Claire e Jamie têm que encontrar a força e a coragem necessárias para enfrentar o desconhecido. Nesta viagem audaciosa, será que eles vão conseguir se reencontrar?"

O terceiro livro da série Outlander da Diana Gabaldon, vai começar exatamente no momento depois da Claire descobrir que o Jaime não morreu na Batalha de Culloden, como ela pensava. A partir daí, com a  ajuda de Brianna e Roger ela começa a procurar o paradeiro do escocês para que possa voltar para o século XVIII. Ao mesmo tempo temos a visão de tudo que Jamie Fraser passou depois da revolta jacobita.

"O Resgate do Mar - Parte 1" ficou ao meu sendo uma espécie de livro que retrata os horrores que a guerra pode causar nas pessoas e principalmente sobre a força do amor. Jaime ficou na Escócia, sofrendo com as más condições, fugindo dos ingleses e sentindo a falta da Claire, então seus capítulos são sempre dolorosos, principalmente depois de tudo que ele já passou em apenas dois livros. Já Claire estava com Brianna, resolveu estudar medicina, fez amigos, por acreditar que não tinha para onde voltar, mas sempre lembrando de Jaime. 

Como era de se esperar, temos finalmente o reencontro  dos dois e aí começam novos problemas, porque apesar de todo amor que um sente pelo outro, foram 20 anos separados e muita coisa aconteceu na vida deles. Mas aí vem o maior problema, Jaime está deixando de contar algumas coisas a Claire e eu tenho certeza que essa bomba vai estourar a qualquer momento.

A escrita da Diana continua maravilhosa e eu devorei esse livro tal como os outros, me diverti, me emocionei e fiquei encantada pelo amor de Jaime e Claire. Mas apesar de ter gostado do livro, detestei o fato de terem o dividido, porque eu estava envolvida com a história e do nada acabou e eu queria mais, agora vou ter que esperar até comprar a parte 2. Ansiosa para saber quais serão as próximas aventuras desse casal.

Até o próximo post!

Resenha: Outlander - A Libélula no Âmbar

22.5.17
Sinopse: "Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo... e sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII.
O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Mesmo com tudo o que conhece sobre o futuro, como será possível salvar a vida de James Fraser e da criança que carrega no ventre?"

E Diana Gabaldon conseguiu o feito que muitos autores falham, que é fazer um segundo livro de uma série ser tão bom quanto o primeiro. O livro dois da série "Outlander" consegue ser tão envolvente quanto o primeiro e ter uma história que completa perfeitamente o livro anterior. "A libélula no âmbar" já começa 20 anos depois de Claire ter retornado para o seu tempo, exatamente, ela abandonou Jamie e voltou para Frank, carregando uma criança do guerreiro escocês. Agora ela está de volta a escócia com sua filha Briana, para contar sua história no século XVIII.

O livro dois é maior que "A viajante do tempo", com mais de 900 páginas, mas para mim a leitura fluiu e 100 páginas passavam como se fossem nada. O livro é cheio de acontecimentos e reviravoltas, começando com as revelações de Claire a filha, seguido pela chegada dos Fraser a França, a volta a Escócia, a Guerra de Charles Stuart e por fim as descobertas de Claire sobre os que ficaram no passado. Como sempre os momentos oscilam em felicidade e tragédias, porque o casa Jamie e Claire não conseguem ficar longe de confusões.

Além dos vários acontecimentos desse livro, temos também as consequências das ações  do livro anterior. O casal precisa aprender a lidar com os traumas de Jamie em Wentworth, a intensidade do amor que um sente pelo outro e até mesmo a escolha de Claire em viver no passado com Jamie. Mas tudo isso só nos mostra o quanto a união e o amor de um sente pelo outro é forte, impossível não se encantar por essa história de amor.

Outlander é uma série de romance muito boa, mas não podemos nos esquecer do lado histórico, que pra mim é um ponto fortíssimo nesta série. É delicioso em meio a toda a magia criada por Diana termos ainda um vislumbre da história da Escócia.

Se no primeiro livro já me apaixonei por Outlander, em "A libélula no âmbar" tudo foi confirmado e já me tornei uma grande fã, que está esperando ansiosamente pelos próximos livros.


Até o próximo post!

Resenha: Outlander - A Viajante do Tempo

30.1.17
O primeiro livro do desafio 12 livros para 2017, já foi a primeira leitura 5 estrelas e a primeira ressaca literária do ano. Então como sempre vai ser difícil expressar o quanto eu gostei de "Outlander - A Viajante do Tempo", mas irei tentar.
Sinopse: "Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.
Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro das Terras Altas, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo pelo escocês. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?"

"Outlander" é um romance histórico com viagem no tempo. Basicamente o livro é sobre isso, porém mesmo tendo temas que tendem a esbarrar no clichê, o livro consegue criar uma mitologia completamente nova e fugir das situações óbvias. A história é cheia de reviravoltas em que a situação termina de uma maneira que você não espera, o que torna a leitura mais fluída, fazendo com que as quase 800 páginas passem bem depressa.

As personagens da Diana Gabaldon são apaixonantes, é impossível não gostar da Claire com seu jeito de mulher independente e forte, ela é assim tanto em 1945 quanto em 1743 e não se importa com que as pessoas pensa, só é apenas ela mesma. Gosto muito também do Frank Randall, que é um marido muito atencioso, gentil e carinhoso é impossível não entender o amor que a Claire sente por ele. Jamie Fraser é aquele tipo de personagem masculino que nos faz suspirar, ele é tão honesto com seus sentimentos, tão honrado, tão apaixonado, forte, mas ao mesmo tempo um homem muito sensível, impossível não se apaixonar por ele. E temos claro aquele personagem que é tão bem feito que te faz odiá-lo como se fosse real, Jack Randall é um ser tão desprezível e faz coisas tão pavorosas, que consegue atormentar até ao leitor.

O romance da história é muito bonito e vai sendo construídos aos poucos na base da confiança e do amor. E mesmo que em alguns momentos tenhamos uma intensidade que foge da realidade, é impossível não se encantar como a maneira que a autora cria aqueles laços de amor.

O livro não é para qualquer um, porque vamos ter relatos de tortura e algumas cenas para apenas quem tem estomago forte. Claro que o fato dele ter quase 800 páginas e ser o primeiro de oito livros escritos até o momento, pode também ser um empecilho para algumas pessoas. Mesmo assim, achei o o livro fantástico e já quero as continuações. Uma leitura deliciosa e viciante.

Até o próximo post!
Agora que sou crítica - Design e Desenvolvilmento por Lariz Santana