29 junho 2015

Resenha: Trilogia Grisha - Sol e Tormenta

Sou uma pessoa ansiosa e que gosta de devorar livros, pra mim uma leitura tem que durar no máximo uma semana (isso estourando), quando ela passa disso eu começo a me incomodar com o livro e quando eu bato o número de 5 semanas, o ódio começa a dominar o meu ser e eu já quero xingar muito no twitter. Essa situação aconteceu com "Sol e Tormenta", segundo livro da Trilogia Grisha.


Sinopse: "Perseguida ao longo do Mar Real e aterrorizada pela memória dos que se foram, Alina Starkov tenta levar uma vida normal com Maly em uma terra desconhecida, enquanto mantém em segredo sua identidade como Conjuradora do Sol. Mas ela não pode ocultar seu passado e nem evitar seu destino por muito mais tempo. Ressurgido de dentro da Dobra das Sombras, o Darkling retorna com um aterrorizante e novo poder e um plano que irá testar todos os limites da natureza.
Contando com a ajuda e com os ardis de um admirável e excêntrico corsário, Alina retorna ao país que abandonou, determinada a combater as forças que se reúnem contra Ravka. Mas enquanto seus poderes aumentam, ela se deixa envolver pelas artimanhas do Darkling e sua magia proibida, e se distancia cada vez mais de Maly. Ela será então obrigada a fazer a escolha mais difícil de sua vida: ter sua pátria, seu poder e o amor que ela sempre pensou ser seu porto-seguro ou arriscar perder tudo na tormenta que se aproxima."

O primeiro livro da trilogia, "Sombra e Ossos", me pegou de jeito, devorei todas as páginas do livro e quando acabei fiquei desesperada para ler a continuação. Quando o meu "Sol e Tormenta" chegou comecei a ler imediatamente e os primeiros capítulos fluem muito bem, tudo vai acontecendo muito rápido e o livro é bem dinâmico, mas quando chega ao meio do livro tudo empaca e nada acontece, aí é só ladeira abaixo.

Se na primeira parte do livro temos acontecimentos importantes (que não posso falar para não se tornar um spoiler), o meio nós ficamos apenas na espera, busca e preparação para o clímax da estória. Para tornar essa espera sem fim, temos ainda que lidarmos com Alina e Maly, que são um dos casais mais chatos da vida. Acho que os dois são chatos por causa do patético Maly, que sempre tratou Alina com indiferença, principalmente quando ele era "melhor" que ela, foi só a garota mostrar que tinha algo mais para que ele descobrisse seu amor e tentasse apagar a luz da garota. Alina, pra mim só fica ruim perto do rastreador, porque quando ela estava com o Darkling ela era uma girl power interessante.

Um dos pontos que me incomodaram também foi o sumiço do Darkling, que na minha opinião era a personagem com mais potencial, cheio de camadas e complexo. Mas Leigh Bardugo preferiu não arriscar e apenas torná-lo em um simples vilão malvadão.

Novas personagens foram inseridas na estória, uma delas um certo corsário misterioso, que para mim foi uma forma de substituir o Darkling no triangulo amoroso da estória. Ainda não tenho uma opinião formada sobre ele.

Nas últimas 65 páginas do livro a estória ganha um pouco mais de ação, mas não sei se isso pode salvar a leitura lenta. Claro, que como no livro anterior, o final é daqueles que te dar vontade de ler o próximo para ver no que vai dá, mas devido a leitura muito arrastada não sei quando pegarei "Ruína e Ascensão" para ler, por enquanto vamos deixá-lo enterrado.

Até o próximo post!

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