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Resenha: Uma Mulher no Escuro

8.10.19
Sinopse: "Um crime brutal cometido há vinte anos, uma única sobrevivente, o retorno calculado do assassino. Em quem Victoria deve confiar? Neste thriller psicológico, Raphael Montes une romance e suspense em uma narrativa intrincada e sedutora.
Victoria Bravo tinha quatro anos quando um homem invadiu sua casa e matou sua família a facadas, pichando seus rostos com tinta preta. Única sobrevivente, ela agora é uma jovem solitária e tímida, com pesadelos frequentes e sérias dificuldades para se relacionar. Seu refúgio é ficar em casa e observar a vida alheia pelas janelas do apartamento onde mora, na Lapa, Rio de Janeiro.
Mas o passado bate à sua porta, e ela não sabe mais em quem pode confiar. Obrigada a enfrentar sua própria tragédia, Victoria embarca em uma jornada de amadurecimento e descoberta que a levará a zonas obscuras, mas também revelará as possibilidades do amor. Um psiquiatra, um amigo feito pela internet e um possível namorado — qual dos três homens está usando tudo o que sabe para aterrorizar a vida de Vic? E o que afinal ele quer com ela?
Na literatura nacional, Raphael Montes é unanimidade quando se trata de livros de suspense. Uma Mulher no Escuro traz sua primeira protagonista feminina e confirma o autor como um dos mais originais da atualidade — além de deixar o leitor intrigado do começo ao fim."

"A Mulher no Escuro" é o quarto livro da Raphael Montes que eu leio, então era de se esperar que eu já tivesse me acostumado com a crueldade de suas histórias e suas reviravoltas, porém eu não estava preparada para o que foi esse livro. Terminei a leitura sem saber se tinha gostado ou não, e isso não foi por ter achado o livro ruim, mas por ter achado a história tão pesada que é difícil dizer que "gostei".


O livro vai narrar a história de Victoria, uma jovem que viu a família ser assassinada quando tinha apenas 4 anos. Ela foi a única sobrevivente do massacre e tem que lidar com os problemas que esse episódio lhe causou. A jovem tem problemas para se relacionar, tem pesadelos e vive solitária. Agora depois de vários anos o passado volta para lhe atormentar. Em meio a tudo isso Victoria convive com três homens, um psiquiatra, um amigo e um interesse amoroso, mas parece que algum deles pode ser responsável por trazer o terror de volta a vida dela.

Pela primeira vez a protagonista da história de Raphael Montes é uma mulher, não apenas isso, mas a "vítima" de toda história, diferente de todos os outros protagonistas criados pelo autor. Gostei muito dessa nova perspectiva e achei que ele conseguiu passar muita veracidade nos sentimentos da personagem.

A história começa envolta em mistério e aos poucos o quebra-cabeça vai sendo montado. Primeiro é preciso entender quem é o assassino da família de Victoria, porque ele fez o que fez e finalmente o porque de ele ter voltado depois de tanto tempo. Um a um desses questionamentos vão sendo respondidos e uma história macabra é revelada. 

Eu devorei o livro, principalmente quando fui chegando aos momentos finais, queria saber onde tudo aquilo ia dar, tive algumas teorias, acertei algumas e errei outras. O que mais gostei não foi o desfecho em si, mas de tudo que tinha por trás daquele assassinato, foi duro, pesado e completamente possível. Enquanto lia tudo aquilo me veio a cabeça o caso da Escola de Base (só pesquise se quiser ter um pequeno spoiler) e não sei se o Raphael usou tal como inspiração. Independente das inspirações "Uma Mulher no Escuro" é um livrão, daqueles thrillers que vão te deixar sentado na ponta da cadeira até terminar a leitura, mas quando chegar ao final a sensação de que enojamento pode dificultar na hora de dizer se o livro é bom ou não.

Até o próximo post!

Resenha: Branco Letal

14.8.19
Sinopse: "O romance mais épico de Robert Galbraith escrito até então, Branco letal é ao mesmo tempo um policial emocionante e um novo episódio da história em curso de Cormoran Strike e Robin Ellacott.
“Eu vi matarem menino... foi estrangulado, no cavalo.”
Quando Billy, um jovem problemático, vai à agência do detetive particular Cormoran Strike procurando sua ajuda na investigação de um crime que ele pensa ter testemunhado quando criança, Strike fica profundamente aflito. Embora tenha problemas mentais evidentes e não consiga se lembrar de muitos detalhes concretos, há algo de sincero nele e na história que conta. Mas antes que Strike consiga interrogá-lo melhor, Billy foge de seu escritório em pânico.
Tentando chegar ao fundo da história de Billy, Strike e Robin Ellacott — antes sua secretária, agora uma sócia na agência — partem seguindo um rastro tortuoso que os leva pelas ruas do submundo de Londres, até um refúgio secreto dentro do Parlamento e a uma mansão bela, porém sinistra, no interior do país.
E durante esta investigação labiríntica, a própria vida de Strike não está nada fácil: graças à fama recente como detetive particular, ele não consegue mais agir nos bastidores, como antigamente. Além disso, sua relação com a antiga secretária carrega mais tensão do que no passado — Robin agora é inestimável para Strike nos negócios, mas a relação pessoal dos dois é muito mais espinhosa."

"Branco Letal" é o quarto livro da série do detetive Cormoran Strike e o maior deles até agora, com suas mais de 600 páginas, mas nem mesmo sendo um calhamaço nada tedioso. Esse quarto mistério investigado por Strike é tão instigante como seus antecessores. Temos um jovem com problemas mentais que jura ter visto um menino ser estrangulado, o começo de um caso cheio de reviravoltas e que só tem solução no finalzinho do livro.

Além do mistério, que é o ponto central da história, também é muito abordada a vida pessoal de Strike e Robin, que definitivamente estão muito afins um do outro, mas não tem coragem de admitir. Os dois tem que colocar pontos finais em suas histórias passadas, para que possam evoluir e começar uma nova vida. Gosto muito do autor não focar apenas em solução de casos e dá espaço para o individual de cada personagem, para que conheçamos profundamente seus sentimentos e sua personalidade.

Nesse quarto livro é possível ver que a história não é apenas de Strike, pelo contrário, Robin ´tão protagonista quanto o detetive grandalhão e vem ganhando cada vez mais espaço na hora de solucionar os casos. Acho maravilhoso ela não ser apenas a bela secretária, mas uma mulher cheia de personalidade que quer colocar a mão na massa.

Adoro a escrita de Robert Gailbraith, mesmo esse livro sendo um calhamaço, ele conseguiu me prender, fiquei desesperada para descobrir o que realmente Billy presenciou, e tive várias teorias, o que de maneira alguma tornou a leitura cansativa. Mas que fique claro que gosto desse estilo de história cheia de detalhes a la J.K. Rowling, afinal, adoro Morte Súbita.

"Branco Letal" foi aquele quarto livro que demorou a ser lançado, mas foi mais que bem recebido pra mim, eu adorei a história e já estou ansiosa para o quinto livro. Quero mais de Strike e Robin e seus casos. 

Até o próximo post!

Resenha: Os Homens que Não Amavam as Mulheres (Millennium)

28.11.18
Sinopse: "O jornalista Mikael Blomkvist acaba de ser condenado e sentenciado a três meses de prisão por difamar um poderoso financista. Recebe então uma proposta intrigante: o grande industrial Henrik Vanger quer contratá-lo para escrever a biografia de sua conturbada família. Mas, sobretuto, Vanger quer que Mikael investigue o sumiço de sua sobrinha Harriet, desaparecida sem deixar vestígios há quase quarenta anos. Henrik também se dispõe a salvar a 'Millennium', revista capitaneada por Mikael, e que se encontra em risco de falência. De início contrariado, o jornalista acaba aceitando a tarefa.
Harriet desapareceu quando sua família se reunia para um encontro em uma ilha. Inteligente e sensível, a moça era a favorita de Henrik. Suspeitos não faltam, pois, se todas as famílias tem esqueletos no armário, o clã Vanger parece dispor de um cemitério inteiro. Em sua busca febril, Mikael recebe a ajuda de uma jovem e genial hacker, Lisbeth Salander, cuja magreza anoréxica só é comparável à fúria silenciosa que nutre contra a sociedade. Mas, como Mikael logo compreende, se alguém esconde um segredo torpe, é certo que Lisbeth irá descobri-lo. E, de fato, pouco a pouco, o jornalista e sua improvável parceira desvendam um verdadeiro circo de horrores.
'Os homens que não amavam as mulheres' não é apenas um do mais comentados romances policiais dos últimos anos, tendo tomado de assalto a lista dos mais vendidos dos países onde foi publicado. É uma obra de dimensões oceânicas, que se desdobra pelos mais diversos aspectos da vida moderna - os crimes de colarinho branco, a responsabilidade do jornalismo econômico com a ciranda financeira, o fenômeno da internet e da invasão de privacidade, o ódio contra as minorias. Por isso, além de seduzir com seu intrincado mistério, fornece ainda uma reflexão ética sobre a sociedade atual, sobre os segredos de cada um e a responsabilidade de todos."

"Os homens que não amavam as mulheres" é o primeiro livro da trilogia Millennium, escrita por Stieg Larsson. A princípio a história seria uma série de 10 livros, mas o autor morreu logo após terminar o terceiro livro, transformando Millennium em uma trilogia.

O livro tem várias histórias dentro de suas 522 páginas. Ele se inicia abordando duas histórias diferentes, a do jornalista Mikael Blomkvist, que está sendo condenado por uma matéria em que denunciava um grande empresário e Lisbeth Salander uma jovem hacker que vive sob a tutela do estado e está tendo problemas com seu mais novo tutor. Depois essas duas narrativas abrem espaço para uma terceira a história da família Vanger, composta de pessoas horríveis e que tem um mistério, o sumiço de Harriet uma jovem que desapareceu aos 17 anos. Por fim retomamos a história do grande empresário corrupto e a história é fechada, largando algumas pontas para sua continuação.

Os dois personagens principais da história são Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander, tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão parecidos, os dois lutam por justiça e tem um ótimo faro para desvendar mistérios. Juntos essa dupla é invencível. Mas claro, que o grande destaque do livro é Lisbeth, a jovem com uma tatuagem de dragão é cheia de mistérios, não é revelado porque vive sob tutela ou porque ela se tornou uma pessoa tão fechada. Ela é uma grande heroína com capacidades impressionantes e um senso de justiça muito forte, na verdade ela gosta de executá-la com as próprias mãos.

Para algumas pessoas o livro pode ter um início lento, para que entendamos de onde veio os dois protagonistas até se encontrarem, além de termos uma variedade de discussões sobre economia, burocracias e informações sobre a extrema direita na suécia. Eu acho tudo isso fascinante, gosto de aprender com todas as minhas leituras e esse livro é um prato cheio. 

Como o título mesmo diz "Os homens que não amavam as mulheres", a história gira em torno da violência contra mulher e os homens odiosos que fazem isso. Para quem tem gatilhos com estupros, eu não recomendo, apesar do autor não descrever muitas cenas, mas há a insinuação.

A escrita de Stieg Larsson flui muito bem e ele sabe criar um mistério como ninguém, você não consegue parar de ler até descobrir o que aconteceu com Harriet Vanger e logo em seguida quer saber mais sobre Lisbeth. É instigante e muito bem construída a narrativa, um prato cheio para os fãs  de romances policiais.

Apesar deste ser o primeiro de uma trilogia, eu achei que o livro é muito bem fechadinho e dá perfeitamente para se ler apenas este primeiro, porém desafio você a não desejar se entregar a leitura do volume seguinte. Um livro que na minha opinião é perfeito.

Até o próximo post!

Resenha: Fraude Legítima

23.4.18
Sinopse: "Jule West Williams é uma garota capaz de se adaptar a qualquer lugar ou situação. Imogen Sokoloff é uma herdeira milionária fugindo de suas responsabilidades. Além do fato de serem órfãs, as duas garotas têm pouco em comum, mas isso não as impede de desenvolver uma amizade intensa quando se reencontram anos depois de terem se conhecido no colégio. Elas passam os dias em meio a luxo e privilégios, até que uma série de eventos estranhos começa a tomar curso, culminando no trágico suicídio de Imogen e forçando Jule a descobrir como viver sem sua melhor amiga. Mas, talvez, as histórias das duas garotas tenham se unido de maneira inexorável — e seja tarde demais para voltar atrás."

"Fraude Legítima" é o terceiro livro da E. Lockhart publicado no Brasil e o mais interessante é que os três tem muito pouco em comum, ao não ser o fato de terem personagens femininas como protagonistas da história. Mas não são qualquer personagem feminina, a autora gosta de garotas fortes e com personalidade. Porém nem sempre essas garotas são agradáveis e esse é o caso das personagens de "Fraude Legítima".

O livro vai contar a história da Jule West Williams, mas de uma maneira bem diferente, porque a história vai ser contada de trás para frente com alguns lances do presente. A vida de Jule é um mistério, ela é uma incógnita e você só vai entender como ela foi parar em Londres com  amiga Imogen Sokoloff lendo a história, porque se eu te der mais detalhes vou estragar todo o encanto desse livro.

A história de Jule é muito interessante e você se vê envolvido naquelas reviravoltas, querendo descobrir como aquela garota foi se tornar o que é. Mas não é apenas sua jornada que é interessante, a própria Jule é muito cativante, com todos os seus disfarces, seu desejo de ser a grande heroína de sua história. A escrita da E. Lockhart é muito diferente neste livro do que em "Mentirosos" , mas continua primorosa tanto quanto.

"Fraude Legítima" talvez não seja um livro que agrade a todo, principalmente por conta de seus personagens que vão te incomodar com seus comportamentos. Mas se você gosta de histórias cheias de reviravoltas e com personagens que amamos odiar, esse é o seu livro.

Até o próximo post!


TAG: Lindíssima, leu tudo!

15.4.18

Até o próximo post!

Resenha: Origem

26.2.18
Sinopse: "De onde viemos? Para onde vamos?
Robert Langdon, o famoso professor de Simbologia de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbao para assistir a uma apresentação sobre uma grande descoberta que promete "mudar para sempre o papel da ciência".
O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário Edmond Kirsch, de 40 anos, que se tornou conhecido mundialmente por suas previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia. Um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível revolução no conhecimento... algo que vai responder a duas perguntas fundamentais da existência humana.
Os convidados ficam hipnotizados pela apresentação, mas Langdon logo percebe que ela será muito mais controversa do que poderia imaginar. De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um caos, e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre.
Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu que trabalhou na montagem do evento. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a desvendar o segredo de Edmond Kirsch.
Em meio a fatos históricos ocultos e extremismo religioso, Robert e Ambra precisam escapar de um inimigo atormentado cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha. Alguém que não hesitará diante de nada para silenciar o futurólogo.
Numa jornada marcada por obras de arte moderna e símbolos enigmáticos, os dois encontram pistas que vão deixá-los cara a cara com a chocante revelação de Kirsch... e com a verdade espantosa que ignoramos durante tanto tempo."


Antes de começar a falar sobre "Origem" quero que vocês entendam minha relação com o Dan Brown. Eu sempre gostei dos livros do autor, me lembro até hoje do meu encantamento quando li "O Código da Vinci" pela primeira vez e como esse livro ficou na minha lista de favoritas por muito tempo. Gosto muito dos outros livros dele, inclusive acho "Anjos e Demônios" espetacular. Mas já faz um tempo que as histórias dele não me pegam, para ser mais exata desde "Inferno". Mas o meu interesse pelo o que ele escreve foi enterrado de vez com "Origem".

"Origem" mais uma vez tem o esqueleto formado pela receita usual de Dan Brown, temos aqui uma revelação que irá mudar os rumos da história, um mistério envolvendo o responsável por essa revelação, Robert Lagdon e sua memória fotográfica, uma companheira maravilhosa que ajuda na busca por respostas, um perseguidor, muita arte e claro, uma crítica religiosa. Porém desta vez a receita não funcionou e o livro acabou solado. E isso acontece porque na verdade a base foi a mesma, mas o autor mudou algumas medidas nos ingredientes e isso prejudicou na fluidez do livro, transformando aspectos interessantes como descrições e informações sobre arte, tecnologia e cultura em algo maçante e cansativo. E cansativo é a melhor palavra para descrever esse livro.

Além das descrições terem se tornado chata ao invés de interessantes, temos também um Robert Lagdon apenas como um mero acessório, pra interligar esse livro com os demais do Dan Brown. O professor está perdido na história, em que nada tem haver com ele, com suas artes modernas e abstratas ou a tecnologia avançada, ele fica apenas como telespectador e quem é o grande "detetive" da história é Winston, o secretário de Edmond Kirsh. Lagdon se torna um espectador, não se parecendo em nada com o incrível professor que ajudou a descobrir a família de Cristo, ou que evitou que um papa errado fosse escolhido, ele se tornou ultrapassado, tal qual as antigas religiões e simbolismo que ele estuda.

Outra coisa que me incomodou foi que as histórias paralelas as do mistério de Edmond Kirsh não se conectavam e mesmo com a conclusão da história o autor não conseguiu amarrar todas juntas, pra mim ficou tudo solto, como se fizessem parte de livros diferentes. Fora que nenhuma história me interessou, a história da família real da Espanha é chata e teve um final muito sem sentido, o próprio Almirante Ávila não é tão interessante como os outros perseguidores da história de Brown e Ambra Vidal pra mim não passa de uma acompanhante medíocre.

O livro tinha tudo para ser interessante, com sua promessa de revelar de onde viemos e para onde vamos, mas as explicações da teoria de Edmond eram chatas e para mim só pareciam uma forma de criticar a religião. Mas aí no final o autor deixa pistas de que não é bem assim, que a religião não é esse monstro (que ele afirma em diversos livros dele), ficou parecendo uma tentativa de se desculpar das críticas ferrenhas que o autor fez anteriormente.

Concluindo, Dan Brown errou porque não fez nada de novo, mas errou também quando resolveu inovar demais. Na verdade, "Origem" é um livro com uma sucessão de erros, que não envolve ou encanta, pelo contrário, decepciona aos fãs de Dan Brown. No meu caso, me decepcionou tanto, que estou seriamente inclinada a não ler mais nenhum livro do autor, que vem decaindo livro após livro, o que é uma pena, afinal, seus primeiros livros eram um deleite para os fãs de literatura policial.


Até o próximo post!


Agora que sou crítica - Design e Desenvolvilmento por Lariz Santana