Resenha: Anne da Ilha

22.5.18
Sinopse: "O terceiro livro da série Anne de Green Gables! Anne Shirley decide deixar Green Gables e seu trabalho para ir atrás de seu sonho original: completar os estudos em Redmond College. Apesar de sentir-se dividida entre partir rumo ao desconhecido ou permanecer no ambiente familiar, Anne faz as malas e vai morar em Kingsport com Priscilla Grant. Gilbert Blythe também está indo para Kingsport para estudar e se tornar médico, e nada o tornaria mais feliz do que se Anne revelasse que sente mais do que amizade por ele. Novas aventuras descortinam-se além da curva do caminho, enquanto Anne guarda as lembranças da rotina rural de Avonlea, uma vida repleta de surpresas aguarda por ela, incluindo um pedido de casamento e a perda de algumas de suas preciosas ilusões juvenis."

Chegamos ao terceiro livro da Anne Shirley, que não é mais aquela órfã magrela e sardenta que chegou a Green Gables por engano. Anne agora é uma jovem mulher, bonita e que vai completar seus estudos na "universidade". Muita coisa mudou. Neste terceiro livro Lucy Maud Montgomery vai focar  nos relacionamentos amorosos, principalmente, no entre Anne e Gilbert, que começou lá no primeiro livro, quando ele a chamou de cenoura.

Como nos outros livros nós vamos acompanhar a vida dessa jovem e das pessoas ao seu redor. Agora que Anne já é adulta, a imaginação fica um pouco de lado na história, ela agora é mais centrada, mas ainda ali no fundo ela precisa abandonar sua terra de sonhos e inspirações. É interessante que ela mesmo começa a perceber que aquela garota de antigamente já não tem lugar na sua vida.

Neste livro os outros personagens são meio que deixados de lado e temos muito mais foco na vida de Anne do que antes, afinal, agora ela é uma bela mulher e não precisa mais ser a princesa Cordélia para chamar atenção. Mas apesar de Anne ser o o foco central temos momentos interessantes para Davy, o jovem órfão adotado por Marilla e Anne que pra mim não é apenas levado, Phil, uma garota bonita e desmiolada, que eu também achei bem fútil, Roy Gardner, o príncipe encantado nem tão encantado assim.

Adora a Anne e me identifico muito com ela, mas meu personagem preferido continua sendo Gilbert Blythe, que foi crescendo ao longo dos livros e se tornou um homem encantador. Era inegável que todas suas tentativas de se aproximar de Anne quando criança foi porque ele gostava dela e esse sentimento foi crescendo e se tornou amor. Adoro todos os momentos em que ele aparece e a maneira como ele olha e fala com sua paixão é muito encantador.

"Anne da Ilha" é tão delicioso quanto seus antecessores e "fecha" muito bem a história da garotinha ruiva que foi adotada por engano. Daqueles livros que você lê com um sorriso no rosto e um calorzinho no coração. Mais do que indicado para os fãs de uma boa história.

Até o próximo post!

4 comentários:

  1. Gostei bastante da sua resenha!Espero ansiosa pela terceira temporada de AnnE

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  2. Gostaria de saber quais eventos que ocorrem na mini-série dos anos 80 estão presentes nos livros. Por exemplo na mini-série em uma determinada parte, ela vai dar aulas em uma escola para moças e conhece um pai de uma delas que é viúvo e que se apaixona por Anne, isso acontece em qual livro? Ou não acontece?

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    1. Oi Marcelahi
      Então eu só vi alguns trechos da minissérie dos anos 80, então não sei quais fatos representados nela estão serpentes nos livros. Até agora li os três primeiros e nada relativo a um viúvo se apaixonar por Anne.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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