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Resenha: Se não fosse você

16.11.20

“Se não fosse você” é um dos mais recentes livros da Colleen Hoover publicados no Brasil. Diferente de seus livros anteriores o foco dessa história não são os relacionamentos amorosos, mas sim o relacionamento entre mãe e filha.


Grace ficou grávida aos 17 anos do seu namorado da escola, Chris. Os dois se casaram e criaram juntos a filha Clara. Os anos passam e agora é Clara quem tem 17 anos. Após um acidente, mãe e filha terão que lidar com a dor do luto e com as dificuldades do relacionamento entre as duas.


O livro tem como foco o relacionamento de Grace e Clara, mas também aborda as relações amorosas das duas.Clara em seu primeiro relacionamento sério e Grace revivendo uma história que ficou no passado. Eu adorei os dois relacionamentos e torci para que os dois casais dessem certo. 


Como todos os livros da Collen “Se não fosse você” aborda assuntos delicados, do jeito que só a autora sabe fazer. Nessa história vemos como uma traição pode ferir várias pessoas, como é preciso ter responsabilidade ao se envolver com alguém e principalmente, sobre decisões na vida que podem mudar tudo.


Gosto da maneira muito dos romances criados por Colleen e nesse livro não é diferente, as interações são meio maluquinhas, mas tão doces e cheias de química. Impossível não ler os livros dela e ficar com o coração quentinho.


Não é um livro ruim, como vi várias pessoas comentando, é uma história bem diferente do que geralmente a Colleen faz, mas uma bela história sobre família. Eu poderia ter gostado mais, se não tivesse ficado tão irritada com a personagem da Clara, que é a típica adolescente revoltada. No mais, é um bom livro, mas não entrou para os meus favoritos. 


Até o próximo post!




Resenha: Fangirl

28.8.17

Sinopse: "Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série, está sempre antenada aos fóruns, escreve uma fanfic de sucesso e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme.
Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou na vida real.
Mas agora que as duas estão indo para a faculdade e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto.
Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências.
Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?"

Quando "Fangirl" da Rainbow Rowell foi lançado eu não dei muita moral para o livro, mas após ler "Eleanor & Park" da mesma autora, me interessei pelos outros livros dela. Mas se em "Eleanor & Park" eu amei tudo e não queria parar de ler, "Fangirl" teve vários problemas.

O livro vai contar a história de Cath, que tem uma irmã gêmea e é fã da série de livros Simon Snow. Mas ela não apenas gosta de ler os livros, ela gosta de escrever fanfic sobre os personagens dos da série. Mas agora a garota foi pra faculdade e tudo que ela gostava, por ser cômodo, tem que mudar na sua nova rotina. E ela não lida muito bem com isso.

Em meio ao tumulto da nova vida, Cath conhece dois garotos, Nick e Levi. O primeiro gosta de escrever com ela e o segundo gosta que ela leia para ele. Os dois são bem diferentes, mas mexem com os sentimentos da garota.

Cath é muito travada e não consegue fazer as coisas por medo e isso me incomodava bastante, porque tinha vontade de  empurrar ela pra vê se ela desempacava. A irmã gêmea dela também não é um exemplo de personagem incrível, achei ela meio grossa com a Cath em alguns momentos.  A colega de quarto era muito estranha. O Nick era muito narcisista. E o único que era a salvação da história era o Levi, que era sempre muito fofo com a Cath.

A escrita da Rainbow continua muito boa, apesar dos personagens chatos desse livro, e eu devorava as páginas dos livros. Porém a autora resolveu colocar pedaços das fanfics que a Cath escreve no meio da leitura e nesses momentos tinha vontade de jogar o livro pela janela, porque perdia o ritmo da história e informações importantes sobre a história principal eram adiadas para mostrar as aventuras de Simon Snow e sua paixão vampira, Baz.

Por fim o livro não é ruim, podia ter sido muito bom se as partes da "Carry On" fossem menores e não cortassem o ritmo da história. Porém não desisti da Rainbow, afinal ela escreveu o maravilhoso "Eleanor & Park", mas "Fangirl" não chega nem aos pés.


Até o próximo post!


Resenha: A Rosa e a Adaga

17.4.17
Sinopse: "A esperada continuação de A Fúria e a Aurora, inspirado no clássico As mil e uma noites Sherazade chegou a acreditar que seu marido, Khalid, o califa de Khorasan, fosse um monstro. Mas por trás de seus segredos, ela descobriu um homem amável, atormentado pela culpa e por uma terrível maldição, que agora pode mantê-los separados para sempre. Refugiada no deserto com sua família e seu antigo amor, Tariq, ela é quase uma prisioneira da lealdade que deve às pessoas que ama. Mas se recusa a ficar inerte e elabora um plano. Enquanto seu pai, Jahandar, continua a mexer com forças mágicas que ele ainda não entende, Sherazade tenta dominar a magia crescente dentro dela. Com a ajuda de um tapete velho e um jovem sábio e tempestuoso, ela concentrará todas as suas forças para quebrar a maldição e voltar a viver com seu verdadeiro amor."

"A Rosa e a Adaga" é o segundo livros da duologia "A Fúria e a Aurora", que começou com o livro de mesmo nome, que eu gostei bastante pela originalidade em usar o conto de As Mil e Uma Noites. E a vontade de ler sua continuação ficou ainda maior depois do final arrasador que a autora criou. Porém temos nesse segundo livro o clássico caso de maldição do segundo livro, porque "A Rosa e a Adaga" é cheio de problemas.

Renée Adieh tinha várias perguntas a serem respondidas como: Eles vão quebrar a maldição? Sherazade vai conseguir usar sua magia? O livro de Jahandar vai continuar causando estragos? Sherazade e Khalid vão ficar juntos novamente? E a autora só tinha um livro para amarrar todas essas pontas soltas, só que a invés de se concentrar nisso, ela resolveu criar novos questionamentos e correr com o que já tinha, resolvendo tudo de maneira simplista e deixando várias pontas soltas.

As pontas soltas da história foram causadas pela má construção do enredo em que a autora foi jogando um monte de reviravoltas, que não fizeram sentido nenhum, e que na minha opinião não ajudaram em nada a história.

Por fim o livro vale a pena pelas poucas cenas entre Shazi e Khalid, principalmente pleo menino rei que faz umas declarações bem lindas. Mas acho que isso não consegue fazer com que um livro seja bom. Não se sustenta. Ou seja, terminei "A Rosa e a Adaga" frustrada e incomodada com a falta de amarração das pontas soltas. Fora que sinto cheiro de continuação, que eu não lerei.

Até o próximo post!

Dorama: A Witch's Romance

16.7.15
Depois de "I Need Romance 3" eu segui o embalo e assisti outro K-Drama no Viki (se você gosta de doramas, você precisa baixar este aplicativo urgentemente). Eu assisti o divertido "A Witch's Romance", que tem alguns pontos em comum com INR.


"A Witch's Romance" vai contar a estória da Ban Ji Yun, uma jornalista de 39 anos, que é chamada de bruxa pelos colegas de trabalho, por não ter consideração com ninguém. Um dia ela acaba esbarrando com Yoon Dong Ha, um jovem trabalhador de meio período. Toda vez que os dois se encontram acontece alguma coisa muito louca e logo os dois estão muito envolvidos.


Como INR o casal tem uma diferença de idade, Ban Ji Yun é 14 anos mais velha que Yoon Dong Ha. Eu acho engraçado porque esse fato é um problema para ela, mas isso é o menor dos problemas para que os dois fiquem juntos.


Esse é mais um K-Drama com cenas de pegação (é difícil encontrar cenas como essas), já no primeiro capítulo temos a cena mais hot do drama. Mas essa também é uma das cenas mais engraçadas da estória. Tudo porque Ji Yun bêbada é a coisa mais comédia.





As personagens do K-Drama são ótimas, todas elas, desde as protagonistas até os coadjuvantes. Na verdade os coadjuvantes são muito importantes, porque eles te fazem rir o tempo inteiro, começando por Yong Sool Chu, melhor amigo de Yoon Dong Ha, vulgo Espinafre, ele tinha uns momentos muito engraçados, principalmente quando se apaixona. os amigos de Jin Yun donos de um restaurante, eles me faziam chorar de tanto rir, principalmente a mulher. Depois vem os colegas de trabalho da da bruxa, que são muuuuiiitooo caricatos e engraçados. E por último temos a mãe de Jin Yun, que é uma fofura e muito engraçadinha.


As protagonistas da estória são ótimas, adoro Ban Ji Yun, quando eu crescer quero ser uma jornalista foda que nem ela, gosto da maneira que ela é focada, competitiva e parceira. Do outo lado temos Dong Ha que é uma graça, ele é muito bonzinho (dá vontade de adotar) e lindo (tô apaixonada por ele).


O romance aqui, como sempre, tem que passar por vários obstáculos, desde a idade até ex ressurgindo das trevas. E nesse meio tempo é muita bebedeira e sofrimento, principalmente da parte do Dong Ha.





A trilha sonora também é deliciosa, principalmente a música "Witch's Diary" do SPICA. Fico dançando e cantando ela feito a Ji Yun (kkkkk).



"A Witch's Romance" é engraçado, romântico e em alguns momentos triste. K-Drama super indicado e quem souber de mais algum no mesmo estilo, pode me indicar nos comentários.

Obs: Não poderia deixar de falar do figurino de Jin Yun, já quero todas as peças pra mim.

Até o próximo post!

Agora que sou crítica - Design e Desenvolvilmento por Lariz Santana